resoluções de ano-novo

Como garantir que suas resoluções de Ano-Novo se realizarão em 2019

Quais objetivos você já alcançou esse ano? O que aconteceu com os seus planos? Selecionamos algumas dicas para você correr atrás de metas!
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Chegou dezembro. É Réveillon, você está reunido com os amigos ou com a família, todo mundo bem feliz, até que surge a pauta das tão famosas resoluções de Ano-Novo.

Sair do emprego chato, perder ou ganhar X quilos, juntar grana para uma viagem, se encontrar no mercado de trabalho, passar no vestibular… para cada pessoa, existem inúmeras possibilidades.

No entanto, com o passar dos meses, é bem provável que muitos dos desejos se percam pelo caminho. Seja sincero e faça as contas: quantos deles você já abandonou, não alcançou ou se esqueceu do que se tratam?

Mas este ano, vamos te ajudar a fazer diferente e levar suas resoluções para a frente. Mas primeiro, é necessário entender:

Por que a maioria das resoluções de Ano-Novo não funciona?

Posso parecer pretensiosa ao dizer que “a maioria” delas não se concretiza, mas, para comprovar o que estou dizendo, faça um simples exercício mental.

Pense nos últimos anos nos quais você ou alguém próximo traçou metas para o ano seguinte. Depois de refletir de verdade, vai perceber que um montão nem saiu do papel.

Não estou aqui para colocar ninguém para baixo — eu, particularmente, vivi boa parte da vida sem conseguir traçar objetivos reais para mim mesma. Meu intuito com este texto é mostrar que, talvez, o problema das suas resoluções não esteja na sua falta de capacidade em cumpri-las, mas sim na forma como você idealizou cada uma delas.

Resoluções pouco objetivas

Não digo todo mundo, mas boa parte das pessoas deseja conquistar pelo menos uma dessas coisas: viajar, ganhar dinheiro, conhecer o amor da vida, conquistar o corpo ideal (lembrando que o ideal deve ser um conceito próprio, dentro dos seus desejos e vontades pessoais), conseguir um bom emprego, entre muitas outras.

O problema não está em sonhar alto, mas sim em sonhar de forma genérica: eu desejo, desde pequenininha, me mudar para a Polônia e morar numa supercasa cheia de janelas de vidro.

Quanto mais objetivas forem as nossas metas, mais fácil será o processo de cumpri-las. Por quê? É bem simples!

Pense só no desejo de ganhar dinheiro/ficar rico/chame como preferir. Se eu falar “apenas” que quero ganhar dinheiro em 2018, provavelmente vou me perder e me sentir desmotivada, por não sentir que estou “avançando” em relação à minha meta. O que é ganhar dinheiro, afinal? Quando estarei satisfeita?

Vamos sugerir uma nova abordagem: antes de dizer que minha resolução é ganhar dinheiro, é preciso entender a própria situação de vida e estabelecer uma meta mais específica! Quanto é “muito dinheiro” para mim? Existem formas viáveis de isso acontecer?

Em vez de falar que você quer ganhar dinheiro, que tal sugerir um valor X a ser alcançado? Por exemplo, “quero acumular 15 mil reais até o fim do ano!”.

O mesmo vale para todas as outras. Se você quer viajar muito, que tal traçar no início do ano os lugares/épocas sonhadas/período da viagem?

Mudança de planos

O ser humano é passível de mudanças a todo momento. O que te agrada agora pode não fazer mais nenhum sentido daqui a alguns meses. Não se culpe caso aquela resolução feita no ano passado não te agrade mais ou não encha seus olhos de ânimo, fôlego ou esperança.

Muitas metas deixam de ser cumpridas porque não foram reinventadas. Claro que não tem problema nenhum em abandoná-las, mas o ideal para conseguir cumprir cada uma delas é revisitá-las de tempos em tempos.

Conheço pessoas que, pouquíssimo tempo atrás, desejavam um padrão de estética perfeito para si próprias. Depois de uma jornada de autoconhecimento, no entanto, perceberam que não precisam se encaixar em padrões para se sentirem felizes.

Se alguém fez, lá no início do ano, planos para emagrecer 7 quilos e eles não fazem mais sentido, ótimo! A ideia, então, é substituí-los por outra meta que esteja mais dentro da vibe desse indivíduo.

Esquecimento

Eu tenho certeza de que tracei algumas metas no início do ano, mas não me lembro mais de nenhuma!

O que pode parecer um absurdo para algumas pessoas é realidade para muita gente. Às vezes, criamos tantas metas a ponto de ficar difícil acompanhá-las e reorganizá-las.

Por isso, faça um caderninho exclusivamente para elas! Caso você não se dê muito bem com cadernos, serve bloco de notas do celular, Word no computador ou até mesmo um guardanapinho de papel.

Ou melhor ainda, você pode utilizar o Planner 2019 para te ajudar a colocar a mão na massa e mudar toda essa história em 2019!

Como salvar minhas resoluções perdidas?

Agora que deu para entender um pouquinho sobre os principais motivos que podem ter sabotado suas últimas resoluções de Ano-Novo, é hora de tentar recuperar as metas que foram feitas no início do ano.

Vou tentar te ajudar a ganhar um fôlego e, quem sabe, contribuir para o aumento da sua felicidade. Pessoas frustradas tendem a se rebaixar constantemente, o que afeta a autoestima e até a saúde mental!

1. Pare tudo o que você está fazendo

Depois de terminar a leitura, obviamente. Não te aconselho a pará-la neste momento.

Brincadeiras à parte, depois de ler o post, pare qualquer atividade que esteja em andamento e proponha-se a colocar tudo no papel. Tudo mesmo! Limpe a cabeça o máximo possível, de forma que você consiga se lembrar de todas as metas que foram traçadas no início do ano.

Depois, risque aquelas que já foram cumpridas e fique apenas com as que não vingaram. Anote ao lado de cada uma delas os motivos de não terem se realizado até agora. Vamos chamá-los de impedimentos.

2. Livre-se dos impedimentos

Após perceber quais foram os impedimentos na sua lista, escreva o motivo de terem existido. É legal padronizar os motivos em categorias, assim, será mais fácil pensar em soluções genéricas e eficazes ao mesmo tempo sem se martirizar ou se perder nos devaneios da própria mente.

Beleza, agora você não apenas “deu nome aos bois”, mas fez uma espécie de timeline e compreendeu o “fracasso”.

Agora é hora de se livrar do que realmente não será feito! Desprenda-se e livre-se de literalmente tudo que você acredita que não dá mais para fazer. O ideal é ser o mais verdadeiro possível.

3. Para cada objetivo frustrado, trace metas alcançáveis

Tirou três resoluções da lista? Acrescente pelo menos uma nova! A quantidade não importa, mas sim a importância que a resolução terá na sua vida, ou seja, o peso que você dará a ela — três metas pequenininhas podem não valer nem por uma grande.

Agora é hora de pensar no último ano e descobrir o que você quer de verdade. Com o passar dos meses, podemos descobrir que um desejo antigo não faz mais parte da realidade! Aproveite, então, todo o seu 2018 para levá-lo como aprendizado.

Depois de fazer a retrospectiva, reinvente-se e proponha metas novinhas em folha!

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4. Faça a si mesmo algumas questões fundamentais

Agora, todas as metas que ainda estão escritas são aquelas que “deverão” ser cumpridas.

Por isso, é preciso fazer um plano de ação. Para que o objetivo seja cumprido com mais efetividade e em um melhor tempo, responda às seguintes perguntas:

  • Quais atitudes minhas farão com que o objetivo se cumpra da melhor forma possível?
  • Vou precisar abrir mão de algo para cumprir a meta?
  • Em quanto tempo eu pretendo finalizá-la?

5. Bônus: não sofra demais!

Lembre-se de que somos passíveis ao erro e que, mesmo com muito planejamento e anotações, existem coisas que provavelmente não aconteceram na nossa vida porque ainda não era a hora.

Acredito que um dos motivos de termos criado uma aversão tão grande em relação às resoluções de Ano-Novo se encontra no simples fato de não sabermos nos perdoar quando não as alcançamos.

Metas, de forma geral, se transformaram em práticas que ninguém quer assumir. Seja no emprego, seja na vida pessoal, a partir do momento em que traçamos cada uma delas, já bate aquele gelado na espinha.

Por isso, chega dezembro e muita gente fica desmotivada. Isso faz com que a desmotivação caminhe conosco no ano seguinte, e no outro, e assim sucessivamente, nos transformando em pessoas que não conseguem planejar as próprias vidas pelo medo do fracasso.

Sempre é hora de praticar a dica número 5. Em janeiro ou em agosto, lembre-se de que ninguém é perfeito e que, caso todas as resoluções de Ano-Novo se concretizassem, todo mundo estaria rico, sem dívidas para pagar, com um amor para a vida toda e com zero sofrimento!

Depois de me estender muito no assunto, espero que você saia dessa leitura com uma visão diferente em relação às resoluções de Ano-Novo.

Olhe para elas como suas amigas (e não como inimigas mortais) e saiba, de uma vez por todas, que você — e só você — tem real controle sobre a sua vida. Você tem poder de mudar, chacoalhar a poeira e fazer acontecer! Não é preciso esperar dezembro ou janeiro para isso!

Se este conteúdo te ajudou um pouquinho na jornada em busca do autoconhecimento, tenho uma outra sugestão imperdível: a Roda da Vida! Conheça a ferramenta que vai te ajudar, de uma vez por todas, a traçar objetivos melhores e mais alcançáveis.