Por Redator Rock Content

um dos freelancers da Comunidade. Seja também um redator!

Publicado em 05/08/2015. | Atualizado em 05/09/2018


Você sabe qual dos artigos de sua autoria tem o maior índice de acessos de todos os tempos?

Se por acaso nunca parou para se fazer uma pergunta simples como essa, e tampouco dedica alguns minutos do dia para averiguar os gráficos da performance de cada um de seus posts no Google Analytics, trata-se de um grave sintoma.

Talvez esteja sendo negligente com a otimização de conteúdo e, consequentemente, com a estratégia de crescimento orgânico do seu blog ou site. Resultado: está desperdiçando ótimas plataformas para atração e conversão de visitantes em leads.

Ok, mas aí você se questiona: além de digerir milhares de referências, afiar o português diariamente e dominar as mais diversas técnicas de redação, eu ainda tenho que sacar tudo de SEO (Search Engine Optimization) para me dar bem na carreira de redator freelancer?

Sim, é isso mesmo! É que não adianta investir todo o seu talento e conhecimento de redator web num post que dificilmente será localizado e ranqueado pelo Google, uma vez que o texto não conterá as palavras-chaves ideais, links internos e título com menos de 70 caracteres, só para citar 3 dos pontos mais cruciais do SEO. Aí complicou, né?

Mas não se preocupe! Neste post você confere uma check list do conteúdo escaneável na qual você deve estar sempre conectado, sem que seja preciso se tornar um robô na hora da escrita. Confira só!

Palavras-chave

Antes de pensar em desenvolver o texto, você deve ser bastante criterioso para encontrar as palavras-chaves relacionadas ao conteúdo que produz. Acesse o planejador de palavras-chave do Google Adwords para identificar os termos mais buscados pelas personas para as quais você está escrevendo.

Se necessário, segmente a busca por país ou região, categoria de produto e período: a sua palavra-chave ideal e as palavras-chave derivadas (chamadas sugestivamente de long tail ou “cauda longa”) serão as que basicamente obtiverem a média de pesquisas mensais mais alta e a concorrência mais baixa.

Título

O que dizer do título além de que ele é a porta de entrada do seu artigo e deve ser trabalhado minuciosamente de forma a chamar a atenção do máximo de visitantes possível?

Para início de conversa, além de ser impactante, claro e conciso, ele deve conter uma ou mais palavras-chave e jamais ultrapassar os 70 caracteres para não correr o risco de aparecer truncado ou incompleto nas páginas de busca do Google.

Outra boa dica de SEO é sempre cuidar de “encaixar” a palavra-chave à esquerda do título, quando não for possível começá-lo com ela.

Link building

Seu post deve conter pelo menos um link ancorado para outra página do seu site ou blog de assunto similar (de preferência, escolha palavras-chaves como links).

Assim, você pode fazer com que os visitantes passem mais tempo no seu site, consumindo o seu conteúdo e se transformando em leads. Links externos também são válidos para incrementar a autoridade do seu domínio dentro da web.

Repetições (cuidado com elas)

Um erro primário de quem se inicia no SEO é acreditar que a palavra-chave precisa estar presente exaustivamente, ao longo de todo o texto.

Na verdade, acima de 5 repetições, os algoritmos do Google já tendem a classificar a prática como infrações do tipo “Spam” e “Black Hat” – quando o autor manipula o conteúdo deliberadamente para sabotar os mecanismos de busca e atrair mais acessos orgânicos.

No mais, uma boa fórmula consiste em fazer com que as palavras-chave se repitam pelo menos em algum intertítulo e logo na introdução.

Call to Actions

Aposto que você não deseja se despedir do leitor que chegou até você depois de tanto procurá-lo web afora com uma simplória conclusão, certo? Ao fim de cada post – também pode ser no meio, o critério é todo seu – dê ao seu visitante a oportunidade de conhecer mais conteúdos que produziu ou incentive a interação por meio dos CTAs, as chamadas para ação.

Imagens

Nem mesmo as imagens podem fugir do crivo do SEO, sob a pena de ficarem perdidas, vagando pela world wide web. Otimizá-las não tem nada de complexo: basta optar por arquivos mais leves e inserir a palavra-chave, separada por hífens, na tag “alt text” (texto alternativo), para que o Google consiga “entender” do que se trata a imagem e escaneá-la.

URL

A URL é o endereço do seu site ou blog exposto na barra do navegador. Portanto, deve ser amigável (compreensível) e, adivinhe, conter a palavra-chave. Quer um exemplo do que estamos falando? Troque www.carshops.com/page12.html por www.carshops.com/como-comprar-seu-primeiro-carro.

Meta description

A meta description é uma tag que funciona como se fosse o cartão de visitas do seu post disposto nas páginas de busca do Google. Logo, quanto mais assertiva a Meta Description for, mais retorno terá dos usuários e melhor ranqueada será.

Por isso, certifique-se de que a meta description contenha a palavra-chave e esteja limitada a um número de caracteres em torno de 140 e 156. Mas atenção: jamais copie um trecho do seu artigo e o transforme em Meta Description – o Google pode entender como uma infração de “conteúdo duplicado”.

Entenda de uma vez por todas que, para alinhar a redação de artigos fora de série à estratégia de SEO, não é necessário que o redator freelancer se torne paranoico em relação às palavras-chave que, num primeiro momento, parecem cair dentro dos textos de paraquedas, distorcendo frases e prejudicando o fluxo da narrativa.

Com um pouquinho de prática e muita disciplina, todo e qualquer redator web tende a enxergar as palavras-chave como realmente são: o fio condutor do artigo, uma vez que elas se referem aos termos que fazem parte do contexto das personas que normalmente entram no Google para procurar um texto de grande utilidade como o seu.

Em se tratando de SEO, mais do que nunca vale a máxima: “Quem não é visto, não é lembrado” – e o segredo do sucesso, meu caro, é a palavra-chave!

E então, o que achou da nossa check list de SEO? Tem mais alguma dúvida que deixou de ser respondida no curso do texto? Conta pra nós e não deixe de visitar outros artigos tão interessantes como esse no blog da Comunidade Rock Content que vão te ajudar – e muito! – no dia a dia de redator freelancer.

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