Por Vitória Mansur

Analista de Marketing na Rock Content.

Publicado em 22/08/2018. | Atualizado em 22/02/2019


Conheça as histórias e os melhores conselhos dos 10 nômades digitais mais conhecidos do Brasil,

Já viu algumas imagens de profissionais trabalhando na praia, com computadores no colo e, ao invés da comum vista de escritório, uma bela vista do mar?

Esse sonho não é apenas seu, a maioria dos profissionais que conheço dariam tudo para ter a liberdade, a tranquilidade e a vida não convencional dos nômades digitais.

Apesar de ser o sonho de muitos, poucos conseguem realizá-lo com tanto sucesso e, de fato, trabalhar onde bem quiser, na hora que quiser e com o que quiser.

A verdade é que a vida de um nômade digital é muito mais que passar os dias na praia e viajar o mundo com uma mochila nas costas.

Entramos em contato com os 10 nômades brasileiros mais conhecidos — e que vivem o sonho de depender apenas de uma boa conexão de internet. Pedimos para nos dar depoimentos de como é a vida de nômade digital, além de dar dicas, conselhos e mostrar a realidade para quem está indo atrás da mesma profissão.

Neste post, vamos colocar só alguns trechos e spoilers do ebook. Para garantir sua versão completa, é só clicar aqui!

Partiu Mundo?

A vida de freelancer, nômade digital, profissional independente, MEI, entre tantos outros modos de vida e nomenclaturas, resume o que a maioria de profissionais quer para a vida: independência, ganhar dinheiro fazendo o que gosta e garantir experiências — especialmente, viajando.

A Laís Schulz apresentou uma definição excelente: “Ser freela e nômade é aquele tipo de coisa que a gente tem que pagar para ver, sabe? Não tem amostra grátis“.

Mas, como falamos lá no ebook, um dos principais erros de quem quer começar nesse ramo é achar que a vida nômade é apenas incontáveis viagens e férias eternas. Na verdade, a vida de nômade é muito mais sobre encontrar o equilíbrio três fatores da vida cotidiana, trabalho, viagem e lazer.

Fora isso, ser nômade é saber lidar com mudanças, ciclos, desapegos e perrengues. Como colocou a Juliana Saldanha, “ser nômade é saber que não há raízes e, por isso, projetos de longo prazo não são feitos no local. Ao começar a acomodar com os lugares e atividades favoritas, você tem que partir e recomeçar a busca”.

Por fim, é importante lidar com a decisão de se tornar nômade como qualquer outra escolha feita na vida profissional, apesar dessa incluir o estilo de vida e mudar completamente os hábitos do profissional. Segundo o casal Fernanda Kiehl e Tiago Ferraro, “ser nômade digital é ter um trabalho como outro qualquer. A única diferença é que podemos produzir em qualquer lugar do mundo, desde que tenhamos nossos computadores e conexão com a internet”.

Além dos nômades que citamos aqui, contamos com o depoimento do Matheus de Souza, da Priscila Kamoi, Debbie Corrano, do Leo e da Rachel Spencer, entre outros brasileiros que estão conquistando o mundo. 

Quer encontrar esses e outros conselhos de nômades digitais? Confira o ebook na íntegra e inspire-se com histórias de dedicação superação, diversão e muito trabalho!

Partiu Mundo? 

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