Manual do Freelancer Rock Content

Se você chegou até esse conteúdo, quer dizer que você se cadastrou na nossa plataforma para se tornar um freelancer, certo? Mas você sabe o que é a Rock Content? Entende como a gente funciona? Conhece as boas práticas para produzir conteúdo com a gente? Caso sua resposta tenha sido um sonoro “não!” para qualquer uma das perguntas, não se preocupe. Estamos aqui para te ajudar. Vamos lá?

O que é a Rock Content?

Fundada por Diego Gomes, Edmar Ferreira e Vitor Peçanha, a Rock nasceu inspirada pelos movimentos dos mercados mais maduros do mundo, que já sabiam que conteúdo de qualidade era primordial para a conquista do sucesso gastando menos na internet.

Aqui, acreditamos no potencial do marketing de conteúdo e, por isso, oferecemos estratégias completas para os nossos clientes que envolvem a produção de conteúdo inédito, pertinente e de qualidade para as personas de cada um dos projetos que gerenciamos.

Ou seja, não somos uma “fábrica de textos”; somos uma startup — nascida e crescida no São Pedro Valley em Belo Horizonte — que oferece uma maneira de engajar o público dos nossos clientes por meio da criação de conteúdo relevante, atraindo, envolvendo e gerando valor para as pessoas.

E é aí que você entra! Como freelancer, você é nosso parceiro nessa missão. Mas vamos com calma. As próximas páginas vão te dar todos os direcionamentos que você precisa ter para desenvolver um bom trabalho aqui na Rock.


pegadas

1. Primeiros passos

Você aceitou os Termos e Condições de Serviço da Plataforma Rock Content, criou o seu login na plataforma, tirou seu certificado em Produção de Conteúdo para Web e agora? Como colocar a mão na massa e ser um freelancer incrível?

Como preencher os dados na plataforma?

O primeiro passo é preencher suas informações de cadastro na plataforma: seus dados pessoais, profissionais e bancários.

  • dados pessoais: nome, sobrenome, e-mail, telefone, data de nascimento, estado e cidade. Além disso, é bom colocar uma foto pra você ter uma cara — literalmente! — quando estivermos trabalhando juntos;
  • dados profissionais: certificado de Produção de Conteúdo para Web, experiência, formação, curso, profissão e níveis de inglês e de espanhol. Nesse campo, você também pode inserir o link para o seu perfil no LinkedIn e a URL para seu portfólio — caso tenha.
  • dados bancários: modalidade (se é pessoa física ou jurídica), banco, agência, número e tipo de conta e CPF (ou CNPJ). Aqui, é preciso prestar atenção a um detalhe muito importante: a conta precisa estar registrada com o mesmo nome que você colocou nos dados pessoais e, no caso de quem fizer o registro como MEI, a conta bancária deve estar registrada com a mesma razão social do CNPJ.

Como fazer candidatura?

Depois de todos os dados preenchidos corretamente, é hora de se candidatar para a modalidade com a qual você quer trabalhar. Atualmente, temos 4 — Redação, Revisão, Pauta e Diagramação — e, neste manual, vamos tratar cada uma separadamente.

Mas preste bastante atenção: se sua primeira candidatura na especialidade escolhida for reprovada, você só poderá tentar em outra depois de ser aprovado nessa, ok?

Redação

Para trabalhar como redator, é preciso criar sua candidatura — um texto de teste na área para a qual você tiver interesse de escrever. Assim que você selecionar a especialidade, você vai ver uma pauta já definida para desenvolver o seu texto. Por isso, preste bastante atenção em todos os direcionamentos, ok?

Quando terminar de escrever, de formatar e de revisar o seu conteúdo, basta submetê-lo. Nossos Analistas de Produção vão avaliar a qualidade do seu texto e você receberá o resultado — a aprovação ou a reprovação — com os feedbacks no seu e-mail.

Revisão

A candidatura para Revisão é muito parecida com a de Redação. Quando for criar a sua para essa especialidade, basta escolher a opção “Revisão” e ler atentamente todos os direcionamentos da pauta. Em vez de redigir um texto de acordo com a pauta, você deve revisar o conteúdo que já está disponível na caixa de edição.

Lembre-se que o trabalho do revisor freela aqui na Rock não é apenas ajustar a correção gramatical do conteúdo, mas é conferir se ele responde aos objetivos propostos pela pauta e se ele está adequado com a estratégia do cliente.

Além disso, é trabalho do freela também dar aquele feedback para o redator do conteúdo — afinal, a responsabilidade de melhorar a qualidade dos textos é compartilhada por todos os envolvidos.

Pauta

Para desenvolver sua candidatura de planejamento de pautas, você deve criar, ao todo, 4 pautas e é preciso ficar ligado nas especificações descritas na Plataforma e em todos os direcionamentos presentes na pauta. Além disso, é preciso se basear nas informações oferecidas sobre as empresas fictícias para escolher temas relevantes e montar cada uma delas.

O primeiro passo é criar um título que seja atraente, mas que não passe de 67 caracteres e que contenha a palavra-chave. Depois disso, você deve explicitar as seguintes informações:

  • Persona resumida, dentro da estratégia do cliente;
  • Estágio do funil;
  • Tipo de CTA que deve ser usado no texto;
  • Descrição geral do que o redator deve desenvolver ao longo do texto;
  • Referências de conteúdo — devem ser listadas, pelo menos, 3 referências confiáveis, evitando sites como Wikipedia, WikiHow etc.;
  • Palavra-chave destacada para o artigo — cada pauta deve ter apenas uma palavra-chave que tenha um volume de buscas relevante.

Para que a Plataforma aceite a submissão da sua candidatura, é preciso colocar o título das pautas que você criar em “Título 2”. Para isso, selecione todo o título da pauta e, no editor de texto da Plataforma, selecione a opção “Título 2” onde está marcado como “Normal”.

Além disso, a contagem de palavras é importante para que o seu teste seja aceito. Se suas pautas não atingirem o mínimo exigido pela Plataforma — que é de 500 palavras —, é só completar o campo com palavras aleatórias. Mas lembre-se: o seu teste não deve extrapolar o limite de 700 palavras, ok?

Diagramação

Esse trabalho aqui na Rock inclui a diagramação dos conteúdos de e-book produzidos para os nossos clientes com base em templates criados pelo nosso time de Design.

Atualmente, as demandas são ofertadas em um grupo no WhatsApp e delegadas por e-mail — ou seja, nosso fluxo de trabalho acontece quase inteiramente fora da Plataforma. Compartilhamos todas as informações e todos os arquivos necessários para a diagramação, desde o conteúdo e a persona do cliente até o arquivo InDesign do template.

A nossa equipe interna será responsável pela intermediação entre você e os clientes, para que ninguém precise se preocupar com esse relacionamento. Assim, é importante que você se comunique diretamente com a nossa equipe sempre que surgirem dúvidas, questionamentos ou qualquer outro tipo de situação referente ao trabalho.

O mais importante é saber que o time está sempre disponível para acompanhar, solucionar dúvidas, além de ser responsável por transmitir feedbacks e dicas de melhorias para que você aprimore cada vez mais o trabalho em parceria com a Rock.

Caso você tenha interesse em seguir adiante e queira fazer parte da nossa comunidade de designers freelancers, o primeiro passo é clicar aqui e preencher este form. Os demais direcionamentos você vai receber com o decorrer do processo.

Como refazer candidatura?

“Nossa, fui reprovadx, meu mundo caiu e nunca mais vou poder trabalhar com vocês?”. Calma! Não é porque você recebeu uma reprovação que não poderá se tornar freelancer nunca mais. Basta refazer a sua candidatura de acordo com todos os detalhes apontados pela pessoa que avaliou o seu trabalho.

Mas atenção: não adianta apenas submeter novamente o teste reprovado, tentando o famoso “se colar, colou”. É preciso refazê-lo como um todo, levando em consideração o feedback recebido.

É possível ser freela em mais de uma área?

Claro que sim! Você pode trabalhar com todas as modalidades que oferecemos, mas lembre-se que cada uma delas tem um processo de candidatura diferente e é preciso manter a qualidade do trabalho em todas as frentes em que você atuar.

Mas e no caso da Redação? Posso escrever para mais de uma especialidade? A partir do momento em que você tiver pelo menos uma candidatura aprovada, você pode repetir o processo para produzir para outras áreas. Não existe limite de categorias em que você pode se cadastrar. Então, à medida que for sendo aprovado, fique à vontade para se candidatar em outras áreas para as quais tenha interesse de produzir também!

Como pegar tarefas?

Redação

Teve sua candidatura aprovada e não aguenta esperar para escrever seu primeiro texto? Ótimo! Assim que você fizer o login na plataforma, vá ao menu do lado esquerdo e clique em “Pegar tarefas” para ter acesso à lista de todas as opções disponíveis para você.

As tarefas disponíveis no seu perfil ficam ordenadas em relação à data de entrega para o cliente. Ou seja, as primeiras tarefas que aparecerem para você serão as primeiras que serão entregues para os clientes e, assim, você receberá o valor relacionado a estas tarefas mais rapidamente do que as que estiverem disponíveis nas páginas mais à frente.

Viu alguma que te interessou? Clique no título para ler todas as informações da pauta: tipo de conteúdo, cliente, descrição geral, palavra-chave, referências, considerações gerais — enfim, tudo o que você vai precisar para escrever um texto de qualidade.

Nesse contexto, lembre-se de que é fundamental apenas pegar tarefas nas quais você tenha a capacidade de produzir um conteúdo relevante, adequado e pertinente. Caso não saiba se vai ter disponibilidade ou conhecimento necessários para produzir um texto, é melhor ficar longe da tarefa. Combinado?

Meus Projetos? Como assim?

Depois que você tiver produzido uma quantidade suficiente de conteúdos e tiver recebido boas avaliações, você pode se tornar favorito de alguns clientes. Com isso, você terá prioridade para pegar as tarefas específicas desses projetos. É o que estamos chamando de grupos de redatores favoritos. Mas como saber se você faz parte de um?

Se você entrar na plataforma, no menu de “Pegar tarefas” e estiverem aparecendo tarefas de apenas alguns clientes sob o filtro “Meus Projetos” é porque você está mandando bem e é um favorito desses projetos. No entanto, se você quiser ver todas as tarefas disponíveis para você, independentemente do cliente, basta alterar o filtro de busca para “Todos Projetos”.

Revisão

Mais uma vez, esse processo é muito similar ao das categorias de Redação: basta ir até a sua página de pegar tarefas e — adivinha? — pegar as tarefas! É importante salientar que as que estiverem disponíveis para você são as que precisam ser revisadas com mais urgência. Isso é positivo porque, provavelmente, o cliente vai aprová-la mais rápido e você vai receber seus créditos antes daquelas que estão mais para frente nas páginas.

Pauta

Sua candidatura em Planejamento de Pautas foi aprovada e você está com vontade de começar a produzir, certo? Ótimo! O caminho é o mesmo das categorias anteriores: faça o login na plataforma, vá à página “Pegar tarefas” e escolha a que mais te interessar.

Nessa categoria, no entanto, é preciso se atentar a mais alguns detalhes. Mas não se preocupe! Os mais importantes para a sua decisão vão vir explícitos no título da tarefa, da seguinte forma:

PAUTAS – Nome do ProjetoNúmero de pautas (mês/ano)

O “Nome do Projeto” é o cliente para quem você estará criando as pautas e o “Número de pautas” define quantas você deve produzir. Enquanto as tarefas de Redação e de Revisão fazem referência a apenas uma entrega, as de Pauta são compostas por um “pacote” — ou seja, você não vai produzir apenas uma pauta por tarefa; você deve criar a quantidade descrita no título. Por isso, é importante levar isso em conta antes de se comprometer com a demanda.

Diagramação

Como explicado acima, nossas tarefas de diagramação são oferecidas fora da Plataforma — atualmente, por meio do nosso grupo de WhatsApp específico para esse fim e do nosso e-mail. Quem se prontificar a produzir o material, leva a demanda. As informações e os arquivos necessários são compartilhados via Dropbox e o passo a passo de todos os processos será ensinado pelo responsável do nosso time de Design.


calendário2. Prazos

Redação

Encontrou a tarefa que queria e conseguiu pegá-la? Excelente! Agora, fique de olho no prazo para produzi-la.

Formato de conteúdo Prazo
Infográfico 2 dias
Post 250 2 dias
Post 500 2 dias
Post 1000 3 dias
Post 1500 3 dias
Post 2000 3 dias
Post 3000 5 dias
E-book 2000 5 dias
E-book 4000 5 dias
Ajustes 1 dia

Esses prazos são os padrões da plataforma, mas os Analistas de Produção podem estender esse período caso seja possível. Se o prazo para entregar para o cliente já estiver apertado, aí não tem jeito. É preciso escrever no tempo estipulado pela plataforma mesmo.

Pegou uma tarefa que está com um prazo diferente no título? Preste atenção porque é a data do título que vale. Por mais que a plataforma esteja dizendo que você pode entregar um texto amanhã, se no título estiver indicado que a entrega é hoje, você deve terminar o conteúdo hoje mesmo.

Ah! Um detalhe: os prazos nunca expiram no fim de semana, ok? Pode ficar tranquilo! Caso a data de expiração caia em um sábado ou em um domingo a partir da contagem da tabela acima, ela é automaticamente reagendada para a próxima segunda-feira. Vale lembrar que a mesma regra dos fins de semana é válida para feriados nacionais e feriados em Belo Horizonte, cidade sede da Rock Content.

Revisão

O prazo de Revisão não depende do tamanho do conteúdo e os revisores freelancers têm o total de 24 horas — 1 dia! — para entregar o texto do jeitinho que a gente gosta: bem escrito, sem erros, adequado à pauta e com informações relevantes para a persona.

Prazo para a aprovação dos textos

Uma dúvida muito comum dos freelancers é o prazo que os clientes têm para aprovar as tarefas. A partir do momento em que o Analista de Produção entrega o texto para o cliente, ele tem 14 dias corridos para aprovar — ou solicitar ajustes — o conteúdo no caso de posts e 15 dias úteis no caso de e-books. Após esse período, o conteúdo será aprovado automaticamente.

Pauta

Geralmente, os nossos planejadores freelancers têm o prazo de 1 a 2 dias para produzirem o pacote de pautas — isso depende da urgência, do cliente e da quantidade que deve ser criada.

Diagramação

Já o trabalho de Diagramação tem o prazo de 2 dias para enviar o PDF com marca d’água e a lista de imagens para o material. A partir disso, um de nossos designers internos será responsável por conferir a qualidade, enviar feedbacks e aprovar o e-book.

Assim que aprovado, você receberá as imagens para substituição. O package finalizado deverá ser enviado em até 24h depois disso. Resumindo: Todo o processo deverá durar 3 dias.


cifrão

3. Preços

Redação

Da mesma forma que é importante conferir o prazo, é uma boa prática ficar de olho no preço da tarefa. Geralmente, os valores são os seguintes:

Formato de texto Redação
Infográfico R$ 30
Post 250 R$ 15
Post 500 ou [+ 500] R$ 25
Post 1000 ou [+ 1000] R$ 50
Post 1500 ou [+ 1500] R$ 75
Post 2000 ou [+ 2000] R$ 100
Post 3000 R$ 150
E-book 2000 R$ 120
E-book 4000 R$ 240

No entanto, esses preços podem variar de acordo com três principais critérios:

  • urgência: tarefas com um prazo muito apertado para serem produzidas costumam ter um valor mais alto que as demais;
  • especificidade: textos que devem abordar assuntos muito técnicos ou muito específicos, geralmente, são delegados com um preço maior;
  • exigência: conteúdos de clientes muito exigentes também costumam ter um valor maior que os demais.

Revisão

Para as tarefas de Revisão, o padrão segue a mesma lógica:

Formato de texto Revisão
Infográfico R$ 3,50
Post 250 R$ 3,50
Post 500 ou [+ 500] R$ 7
Post 1000 ou [+ 1000] R$ 14
Post 1500 ou [+ 1500] R$ 21
Post 2000 ou [+ 2000] R$ 28
Post 3000 R$ 42
E-book 2000 R$ 28
E-book 4000 R$ 56

Pauta

Aqui na Rock, as tarefas de Pauta custam têm os seguintes valores:

 

Formato de texto Pauta
Post 500, 1000 e 1500 R$ 5
Guest post R$ 5
Extensão de conteúdo R$ 5
Infográfico R$ 6
Post 2000 e 3000 R$ 7
Conteúdo avançado R$ 7
E-book R$ 8

No entanto, tarefas com um prazo muito curto para serem entregues costumam custar um pouco mais que as outras. Fique de olho nisso!

Diagramação

Por fim, o valor das tarefas de Diagramação é calculado a partir do número de palavras que cada e-book possui. O mais comum é que ele tenha 2.000 palavras e, nesse caso, você receberá R$ 90,00 assim que o pagamento for aprovado em nossa plataforma.


 Pessoa

4. Pessoas

Dentro da tarefa, você vai encontrar do lado direito inferior da plataforma diversas pessoas vinculadas a ela. Cada um tem um papel específico na produção, na avaliação e na aprovação do conteúdo.

    • Redator: essa é a pessoa responsável pela redação do texto. Não tem muito mistério, certo? O freelancer de Redação deve criar a parte textual do conteúdo — sempre se guiando pelas informações disponíveis nas pautas e nas estratégias dos clientes.
    • Revisor: esse é o profissional responsável pela revisão do conteúdo produzido por você. Nem sempre vai haver um revisor atrelado a uma tarefa, mas isso não significa que o texto não passará por uma revisão criteriosa. Assim como você, essa pessoa é freelancer.
    • Analista de Produção de Conteúdo: essa é a pessoa que deve prezar pela qualidade do conteúdo, como o nome do cargo diz. É tarefa dela conferir — junto com o revisor, caso haja — se o texto cumpre os objetivos da pauta, da estratégia e do cliente. Esse profissional é também o responsável pela mediação do contato entre você e os demais envolvidos e pela avaliação das suas candidaturas nas especialidades da plataforma.
    • Gerente de Sucesso do Cliente: esse é o contato mais direto com o cliente. São os CSs — como os chamamos aqui na Rock — que definem a estratégia do cliente, que organizam e repassam os mapeamentos para a equipe de Planejamento e que apresentam os resultados para os clientes.
  • Gerente de Implementação: vinculado à área de CS, esse é o responsável pelos clientes assim que eles chegam à Plataforma. São eles que explicam o passo a passo que o cliente deve percorrer para completar todos os processos: aprovação de estratégia, aprovação de pautas, aprovação de conteúdo e assim por diante.
  • Analista de Planejamento: esse é o profissional responsável por transformar o mapeamento definido pelo cliente e pelo CS nas pautas que você recebe para produzir os conteúdos. Os planejadores de conteúdo devem conhecer a estratégia do cliente para propor temas que dialoguem com os objetivos definidos desde o início.
  • Cliente: esse também é autoexplicativo. O cliente é o cliente, oras! É quem aprova os conteúdos e é quem está contratando o serviço como um todo. Alguns projetos têm mais clientes vinculados do que outros, mas, geralmente, isso não impacta no seu processo de trabalho de uma maneira direta.
  • Designer: esse profissional só estará disponível nas tarefas de e-book. Ele é o responsável pela qualidade da diagramação do material.

Documento assinado

5. Políticas

Agora que você já entendeu como os aspectos mais básicos da plataforma e da produção funcionam, é hora de entrar em algumas informações que impactam diretamente no seu fluxo de trabalho.

Redação

Quantas tarefas você pode pegar por vez?

A plataforma permite que você pegue apenas 2 tarefas do tipo “post” e 2 do tipo “e-book” simultanaeamente. Mas, assim que você entregar uma das que estavam com você, é possível pegar mais outra para começar a escrever. O importante não é a quantidade de textos produzidos, mas a qualidade com a qual você os entrega para nossos clientes. Lembre-se disso!

Quantas tarefas você pode expirar ou abandonar?

O ideal é você não deixar nenhuma tarefa ter o prazo expirado e muito menos abandonar alguma pauta que você pegou. Mas sabemos que imprevistos acontecem e, às vezes, é necessário fazer isso. Assim, criamos regrinhas para evitar que essas atitudes se tornem práticas comuns e para garantir que aqueles freelancers que fizeram isso alguma vez não sejam penalizados injustamente.

O freela que deixar expirar o prazo de 5 ou mais tarefas em um mês será desabilitado da plataforma. Da mesma forma, o redator que abandonar 5 ou mais tarefas nesse mesmo período será retirado da nossa base.

Quanto deve ser sua nota média mínima?

Você foi aprovado em uma categoria específica: ótimo! Isso quer dizer que você não precisa se preocupar tanto com a qualidade dos textos que produz para ela? Nada disso! Os Analistas de Produção acompanham sempre o rendimento de cada um dos freelancers e, a partir dessa observação, eles fazem uma manutenção nas candidaturas já aprovadas.

Eles levam em conta seu rendimento como um todo, seu comprometimento com os processos e com os prazos e a qualidade do seu trabalho. Por isso, caso a sua nota média de avaliação de moderadores estiver abaixo de 3 em alguma especialidade, sua candidatura nessa categoria vai ser reprovada sem problema algum.

Você pode publicar os textos produzidos em algum lugar?

Não! Não pode.

Quando você aceita ser nosso freelancer, você cede todos os direitos da sua produção na plataforma para a Rock. Tanto é que nossos redatores trabalhando no modelo de ghost writing, ou seja, de venda de direitos autorais sobre os conteúdos produzidos.

Nem mesmo no seu portfólio, ainda que ele seja distribuído somente em conversas privadas, isso é permitido. Vale lembrar que a cláusula fala sobre cessão de direitos autorais.

Por esse motivo, é proibido disponibilizar qualquer material escrito para clientes, dentro da plataforma, em blogs ou portais de autoria do freelancer. A publicação de conteúdos nestas condições é passível de exclusão do perfil, ok?

Como funciona o processo para sacar seu dinheiro?

Acha que já produziu um número bom de tarefas e quer ver a cara da sua grana? Nada mais justo. No entanto, nós temos dois critérios que precisam ser respeitados para que você solicite o saque do seu dinheiro:

  • você pode solicitar apenas 2 saques por mês; e
  • cada um deles deve ser de, no mínimo, R$ 200.

O redator pode se recusar a realizar os ajustes solicitados pelo cliente?

Quando um redator pega uma tarefa, independentemente do formato, ele se compromete a cumprir com todas as obrigações até o fim do processo, ou seja, quando o cliente aprova o conteúdo. Caso você se recuse a fazer os ajustes sem uma justificativa plausível, a tarefa pode até mesmo ser zerada e delegada para outro redator.

Existem casos em que ao ler o texto o cliente solicita ajustes e isso altera o direcionamento da tarefa. Apesar dessa não ser uma prática adequada e de tentarmos evitar que isso aconteça, também trabalhamos para que nossos clientes estejam o mais satisfeitos possível, por isso, sempre atendemos às demandas.

Se essa for a sua situação, converse com o Analista de Produção e veja o que é possível fazer para que ninguém saia prejudicado.

Quais são as regras para se tornar um dos Rocking Freelas do mês?

Provavelmente, você já recebeu um e-mail em que os Rocking Freelas do mês explicam como é ser um freelancer para a Rock Content e quis saber o que fazer para se tornar um para o próximo mês. Certo? Se não recebeu, não tem problema! A gente explica o que é isso tudo agora.

O Rocking Freelas do mês foi uma maneira que criamos para valorizar e premiar os nossos melhores redatores pelo bom trabalho. Todo mês, três de nossos freelancers são escolhidos como destaque, são convidados a dar um depoimento sobre a nossa parceria e ainda faturam alguns prêmios. Confira as premiações:

  • o primeiro lugar ganha um ano de acesso completo à Universidade Rock Content;
  • o segundo colocado recebe três meses de acesso completo à Universidade Rock Content;
  • por fim, mas não menos importante, o terceiro lugar do Rocking Freelas fatura um Kindle, o leitor digital da Amazon.

Para ser elegível, você precisa ter entregado, pelo menos, 5 tarefas no mês em questão e ter uma nota média de, no mínimo, 4. Lembrando que essa avaliação é calculada a partir das notas dos Analistas de Produção e dos clientes, ok? Você precisa fazer um bom trabalho aos olhos de ambos.

Revisão

Quantas tarefas você pode pegar por vez?

A plataforma permite que você pegue 10 tarefas de Revisão simultaneamente. Mas a lógica é similar às de Redação: conforme você for entregando as que estavam com você, é possível pegar outras. E lembre-se: o importante não é a quantidade de textos revisados, mas a qualidade com a qual você os entrega para nossos clientes.

Como funciona o processo para sacar seu dinheiro?

Acha que já produziu um número bom de tarefas e quer ver a cara da sua grana? Nada mais justo. No entanto, nós temos dois critérios que precisam ser respeitados para que você solicite o saque do seu dinheiro:

  • você pode solicitar apenas 2 saques por mês; e
  • cada um deles deve ser de, no mínimo, R$ 200.

Pauta

Quantas tarefas você pode pegar por vez?

A plataforma permite que você pegue 2 tarefas por vez, mas esse limite não deve ser problema para você. Uma boa prática é fazer todas de um mesmo pacote de uma vez. Assim, você já está no embalo e consegue pensar nas suas pautas como partes de uma estratégia maior. É uma maneira para otimizar o seu tempo e melhorar a qualidade do seu trabalho.

Como funciona o processo para sacar seu dinheiro?

Acha que já produziu um número bom de tarefas e quer ver a cara da sua grana? Nada mais justo. No entanto, nós temos dois critérios que precisam ser respeitados para que você solicite o saque do seu dinheiro:

  • você pode solicitar apenas 2 saques por mês; e
  • cada um deles deve ser de, no mínimo, R$ 200.

Diagramação

Como funciona o processo para sacar seu dinheiro?

Acha que já produziu um número bom de tarefas e quer ver a cara da sua grana? Nada mais justo. No entanto, nós temos dois critérios que precisam ser respeitados para que você solicite o saque do seu dinheiro:

  • você pode solicitar apenas 2 saques por mês; e
  • cada um deles deve ser de, no mínimo, R$ 200.

 Teclado

6. Produção

Redação

Chegou a hora de colocar a mão na massa e dar início à produção da tarefa. Para evitar que o seu texto seja reprovado ou receba solicitação de ajustes, é muito importante que você leve em consideração alguns aspectos do pitch — ou seja, todas as orientações da pauta necessárias para o desenvolvimento do conteúdo — antes de começar a escrevê-lo.

Normalmente, os erros mais comuns são a falta de adequação com a estratégia do cliente, linguagem inadequada para a persona e ignorar as orientações do briefing, desviando, assim, do tema. E isso só acontece porque o redator se esquece ou ignora todos os dados e informações da pauta.

Além disso, por mais que você se sinta um especialista no assunto que está escrevendo, ler as informações do pitch é imprescindível, pois vai ser a partir das orientações dadas que você vai moldar o seu texto — conforme a expectativa do cliente e também para que ele seja atrativo para a persona.

Para que você não cometa mais erros e tire as suas dúvidas, confira, abaixo, alguns aspectos do pitch que você deve levar em consideração!

1. Entenda o título

O título da tarefa já dá uma noção inicial do que precisa ser retratado no texto, mas não se baseie apenas nele, ok? — a descrição geral da tarefa dará os possíveis caminhos a serem tomados. Preste bastante atenção nele, pois dará também a indicação de como você deve padronizar os intertítulos.

Por exemplo, se o título do texto promete “(X) dicas para ter uma vida mais saudável”, você deve listar nos intertítulos cada uma dessas dicas.

Tome também muito cuidado para não dar uma abordagem diferente do que é solicitado no título. Se ele é “(X) erros que você deve evitar ao lavar o seu carro”, cada intertítulo deve apontar especificamente um tipo de erro e não soluções, dicas ou qualquer tipo de informação diferente.

Guest post

Se no título tiver a tag [Guest post] é porque o material produzido será postado em um blog parceiro do cliente. Portanto, você deve seguir a persona do convidado e também as estratégias dele. Não se preocupe, tudo isso estará bem explicado na pauta!

Estender post

Nesse tipo de tarefa, para estender com um número (X) de palavras, o redator deve adicionar informações novas e relevantes para o conteúdo. Atenção: você não vai tirar nada do post que já está pronto. Ou seja, você pega o post pronto e acrescenta conteúdo a ele.

Ao perceber a tag [estender X palavras], leia com atenção a descrição da pauta, veja qual é a orientação e  o que deve ser acrescentado ao post.

2. Conheça o cliente e a sua estratégia

Na própria tarefa, você já terá acesso a informações sobre o cliente, como:

  • sobre a empresa;
  • palavras-chave positivas e negativas (quando houver);
  • principais concorrentes (assim você sabe quem não deve citar);
  • assuntos que ele pretende abordar ou não no blog;
  • link para o site;
  • redes sociais;
  • produtos e serviços que oferece;
  • com quem ele pretende falar;
  • linguagem;
  • orientações gerais.

Procure também visitar o blog do cliente e ler posts que já foram publicados. Tente observar as principais características, quais assuntos já foram retratados e como o seu texto pode fazer a diferença para atrair a persona.

3. Compreenda a persona

Se você ainda tem dúvidas sobre o que é persona — tem certeza de que fez direito a certificação em Produção de Conteúdo? —, pense o seguinte: ela é um personagem que representa o cliente ideal da empresa.

Ela é tão importante que deixar de compreendê-la pode fazer toda a diferença no seu texto, já que influenciará na linguagem, na adoção das estratégias certas para cativá-la e até na forma de abordar os temas.

É fundamental que você leia com atenção o perfil dela, pois, dessa forma, você será capaz de direcionar o seu texto para o público certo. Ao saber idade, profissão, interesses e objetivos, é possível planejar um texto que atenda às necessidades dela.

Se o cliente é do ramo automotivo, por exemplo, e a persona é um dono de oficina, será um erro escrever um texto para um proprietário de veículo, pois tanto a abordagem como as dicas serão diferentes.

O mesmo vale para quando a persona é uma mulher com oitenta anos, aposentada e que quer dicas de bem-estar, e a linguagem adotada é jovial e informal, com dicas que seriam adequadas para uma jovem de 20 anos.

4. Leia o briefing com atenção

Agora, com relação às especificidades de cada pauta, lembre-se de prestar atenção na descrição, linguagem, palavra-chave e CTA.

Descrição

A descrição geral é a orientação que dará um norte para a produção do seu conteúdo. Por meio dela, você poderá começar a planejar e a organizar as suas ideias. Ela costuma sugerir tópicos e possíveis abordagens para o tema.

Linguagem

Cada cliente tem uma linguagem diferente e ela, certamente, será influenciada pela persona e cultura da empresa. Portanto, não se esqueça de verificar o tom a ser dado no texto, de modo a não cometer erros de comunicação.

Palavra-chave

A recomendação padrão é de que a palavra-chave seja utilizada pelo menos três vezes ao longo do texto — uma vez na introdução, outra em um dos intertítulos (se possível) e na conclusão.

Ela deve ser usada de maneira estratégica e inteligente, visando agradar tanto o público-alvo como também os motores de busca, como Google, Bing e Yahoo!.

Quando ela é repetida muitas vezes, além de não ficar natural para o leitor, isso pode despertar a desconfiança desses motores e ser encarado como uma forma de manipulação de resultados — o que pode fazer com o que o blog seja punido.

CTA

Cada CTA (call to action ou chamada para ação) prevê uma determinada atitude por parte do leitor. É como se ao final do texto você estivesse dando uma nova “tarefa” a ele. Os mais comuns são:

  • deixar um comentário;
  • compartilhar o conteúdo nas redes sociais;
  • seguir nas redes sociais;
  • assinar a newsletter;
  • entrar em contato com um consultor;
  • indicar a leitura de outro post do blog;
  • baixar um e-book ou outro material rico.

Mas essa chamada para ação apenas cumprirá com o seu papel se ela for estimulante e criativa, realmente instigando o leitor a seguir o “comando”.

5. Confira o prazo

Você agora já sabe qual é o prazo de entrega de cada tipo de tarefa e que deve sempre verificar se tem algum aviso no título. Portanto, assim que pegar uma pauta, observe esses detalhes, combinado?

6. Busque referências

Toda pauta contará com algumas referências para auxiliá-lo na produção do seu texto. No entanto, você não deve se sentir limitado a elas. Encare-as como um ponto de partida para a pesquisa de conteúdos complementares.

A Rock Content trabalha apenas com conteúdos originais. Portanto, sempre acrescente conhecimentos e informações relevantes aos textos, e não só tente “escrever de outra forma” o que já temos disponível na internet. Nunca se esqueça de que plágio é crime e pode trazer consequências graves para quem o comete.

7. Organize suas ideias

Sentou para escrever o texto? Organize primeiro as suas ideias antes de dar início à produção. Se possível, já comece a pensar nos intertítulos e na forma como você pode estruturar o conteúdo.

8. Escreva o texto

Depois de avaliar todas as informações relevantes para a produção do seu texto e de organizar suas ideias, chegou o momento de escrever o texto.

Lembre-se de que você não está escrevendo para o seu blog pessoal, mas, sim, para o do cliente! Por isso, a não ser que as orientações da pauta peçam especificamente, primeira pessoa do singular não é uma opção.

Toda tarefa tem uma quantidade mínima e máxima de palavras que você deve respeitar. Apesar de não ser recomendada essa prática, caso seja imprescindível ultrapassar esse limite, converse com o moderador responsável e combine a melhor forma de entregar o conteúdo excedente.

Para que você não tenha dúvida, confira a média de palavras de cada tipo de tarefa:

Mínimo Máximo
250 palavras 350 palavras
500 palavras 700 palavras
1000 palavras 1400 palavras
1500 palavras 2100 palavras
2000 palavras 2200 palavras
3000 palavras 3300 palavras
4000 palavras 4400 palavras

9. Padronize os intertítulos

Os intertítulos são os recursos utilizados para segmentar o texto em diferentes partes e tornar a leitura mais escaneável. Eles devem estar padronizados e seguindo a um mesmo estilo. Você pode escolher entre:

  • usar verbos no imperativo;
  • fazer listas numeradas;
  • elaborar perguntas;
  • criar a sensação de vantagem no leitor.

10. Inclua hiperlinks

Motores de busca, como o Google, apreciam sites que fazem uso de links internos e externos, sendo muito importantes para as estratégias de SEO. Desse modo, busque sempre linkar outros posts do blog do cliente ao longo do seu texto. Essa prática possibilita que o leitor permaneça mais tempo no blog.

Já os links externos devem ser sempre utilizados para fazer referência a especialistas no assunto ou quando for necessário comprovar dados e pesquisas.

11. Revise o seu texto

Antes de submeter a tarefa, revise com cuidado o seu texto e:

  • procure por erros de digitação;
  • fique atento ao correto uso da gramática e pontuação — especialmente das vírgulas;
  • altere frases soltas ou sem sentido;
  • tenha cuidado com a repetição excessiva de palavras em uma mesma frase ou parágrafo — além de não ser adequado, isso torna o seu texto cansativo para o leitor.

Para garantir que nenhum erro passe despercebido, depois de revisar o material, passe-o também pelo verificador do LibreOffice ou Word.

12. Atente-se ao aviso de plágio

Se na hora de submeter a tarefa surgir o aviso de plágio, verifique o trecho apontado e o substitua. Caso ele seja referente a alguma lei, citação ou informação oficial, dê o devido crédito.

13. Submeta a tarefa

Seguiu todas as orientações para escrever o seu texto, o revisou com cuidado e tem certeza de que está tudo certo? Então, já pode submeter o seu conteúdo!

Revisão

Antes de colocar a mão na massa, é importante explicar quais critérios levamos em consideração para corrigir e para avaliar os textos dos nossos freelancers. Basicamente, são três:

  • Adequação à pauta;
  • Relevância do conteúdo;
  • Gramática e português.

São esses elementos que tomamos como base para elaborar feedbacks completos, dar dicas de melhoria e avaliar o trabalho do redator como um todo. A partir deles, damos as notas para cada um dos textos.

Para ficar mais didático, dividimos esse conteúdo em torno desses pontos para que esse texto seja também um material de consulta: toda vez em que você tiver dúvida sobre algum elemento da revisão, basta voltar aqui que fica tudo resolvido. Se, mesmo assim, não estiver, basta enviar um e-mail para algum dos nossos Analistas de Produção. Eles te responderão com o maior prazer 🙂

1. Adequação à pauta

Os textos produzidos aqui na Rock precisam seguir um modelinho de formatação, já que devemos entregar conteúdos que tragam resultados para os nossos clientes. E a maneira mais efetiva de fazer isso é investindo em estratégias de SEO (Search Engine Optimization), ações fundamentais para que os blogs dos nossos clientes fiquem mais bem ranqueados nas páginas de busca.

Assim, você, ao revisar qualquer texto, deve seguir três critérios principais para avaliar o trabalho dos redatores. Lembrando que, caso os conteúdos não sigam essas diretrizes, é preciso não só explicar para a pessoa que escreveu como deve ser feito; é preciso realizar essas alterações:

  • Formatação;
  • Palavras-chave;
  • Hiperlinks.
Formatação

O principal objetivo da formatação dos textos é garantir uma estrutura com alinhamentos, divisões e espaçamentos corretos para facilitar a leitura do material. O texto deve ser mantido nos seguintes padrões:

  • Introdução: deve ter entre 6 e 10 linhas e precisa instigar e contextualizar o leitor;
  • Intertítulos: devem estar alinhados à esquerda e o texto deve conter, pelo menos, 3 deles. Além disso, precisam estar em “Título 2” — diminuindo gradualmente de acordo com a necessidade de subdivisões em hierarquias menores — e no mesmo modelo — caso um esteja em formato de pergunta, os demais devem seguir esse padrão, por exemplo.
  • Parágrafos: devem respeitar a regra de não serem nem muito grandes, nem muito curtos. Entre 4 e 6 linhas é o ideal. Além disso, precisam estar alinhados à esquerda.
  • Listas: devem ser organizadas em bullet points ou em numeração automática — o que fizer mais sentido em relação ao conteúdo.
  • CTAs: devem estar incluídos, de maneira fluida e pertinente, ao final do texto de acordo com o direcionamento da pauta.
Palavras-chave

Embora nem todas as pautas tragam essa informação, os textos devem apresentar a palavra-chave na introdução, em um intertítulo — se fizer sentido e não ficar forçado — e na conclusão. Isso acontece porque esse termo funciona como um indexador, ou seja, ele permite que os usuários interessados no conteúdo abordado pelo texto o encontrem.

Um detalhe importante nesse quesito é que o Google já é capaz de compreender não só a palavra-chave, mas termos que estejam no mesmo campo semântico dela. Então, variar um pouco o uso para não ficar repetitivo é uma boa prática. Mas lembre-se: a plataforma só aceita o texto caso ele tenha a palavra-chave escrita da maneira trazida na pauta.

Hiperlinks

Por mais que nem todas as pautas explicitem essa obrigatoriedade, todos os textos devem conter hiperlinks para o blog do cliente — exceto casos em que o blog ainda não exista ou que não haja posts que dialoguem abertamente com o conteúdo em questão.

Todos os textos precisam conter, pelo menos, 3 hiperlinks que devem estar espalhados ao longo do conteúdo. Além disso, é preciso priorizar a inserção de um deles ainda na introdução — essa, inclusive, deve ser a linkagem mais importante do texto.

Outro ponto importante é incluir as referências no conteúdo, caso o redator cite dados, informações, porcentagens e pesquisas sem ter incluído também de onde ele tirou essa informação. Caso você não encontre a origem desses números, cabe a você readequar o trecho para que ele não careça de dados tão específicos — ou encontrando outra pesquisa, ou reescrevendo a frase de uma maneira mais geral.

Por fim, é importante lembrar que os links devem estar incluídos em formato de hiperlink, nunca deixando a URL por extenso no corpo do texto. Para fazer isso, basta selecionar a palavra ou o termo no qual você quer linkar e clicar na ferramenta que realiza essa ação — ela, geralmente, tem  a imagem de uma corrente em editores de texto.

2. Relevância do conteúdo

A pauta é quem manda nos nossos conteúdos. Ela é feita de acordo com um mapeamento desenvolvido por nossa equipe de Sucesso do Cliente — em parceria com nossos próprios clientes — e, a partir dele, a nossa equipe de Planejamento cria as diretrizes para que os redatores possam desenvolver o texto. Depois de produzidas, o cliente aprova — ou não — as pautas e os Analistas de Produção as delegam para a base de freelancers.

Ou seja, a pauta é a origem de todo conteúdo produzido aqui na Rock e é ela que dá instrumentos para que os textos escritos sejam relevantes. Mas como o seu trabalho de revisão deve analisar esse ponto? Por meio de 3 critérios:

  • Título;
  • Profundidade;
  • Linguagem.
Título

O primeiro elemento aprovado pelo cliente é o título. É ele quem deve carregar o objetivo principal do conteúdo. Por isso, é preciso observar e avaliar se o texto entregue pelo redator responde ao propósito do título.

Se ele pede dicas, os intertítulos devem vir no imperativo; se pede erros, eles devem vir no infinitivo, por exemplo. Se ele contém um (X), quer dizer que os tópicos não apenas devem responder ao “problema” do título, mas que devem vir enumerados.

Não existe uma regra rígida. O importante é padronizar essas informações da maneira mais lógica e mais pertinente, desde que essa organização dialogue diretamente com o título da pauta.

Profundidade

Não adianta nada o texto estar todo organizado se as informações trazidas pelo redator são repetidas à exaustão a cada parágrafo. Cabe à revisão avaliar a pertinência daquele conteúdo. Caso existam trechos muito superficiais e vazios, é possível complementá-los — desde que você entenda do que está falando. Você pode, inclusive, dar uma pesquisada sobre o assunto tratado para identificar possíveis dados errados ou para aprofundar a abordagem do texto.

Lembre-se que, ao pegar a revisão de um material, você se torna a autoridade daquele conteúdo e, por isso, tem autonomia para mexer naquilo que achar pertinente — desde que siga todos os demais direcionamentos.

Linguagem

Todas as informações que estão na pauta são relevantes para a produção do texto e, também, para a revisão dele. É preciso entender quem é o cliente, quem é a persona e quais são as orientações gerais para os redatores. Só assim é possível adequar o tom e a linguagem de cada um dos conteúdos.

Se a pauta pede por uma linguagem mais informal e permite gírias, não faz sentido deixar um texto sisudo que beira o “juridiquês”, certo? Entender esses detalhes faz parte do trabalho do revisor — e adequá-los caso não estejam de acordo com os direcionamentos do cliente, da persona e da pauta também.

3. Gramática e português

Não é porque alguém cismou que quer trabalhar com texto que ela sabe escrever, concorda? E é aí que você entra. Pode parecer óbvio apontar esse tópico, mas cabe ao trabalho de revisão deixar o texto nos trinques para entregar um conteúdo bem escrito, objetivo e adequado para os nossos clientes. Como os demais critérios, esse daqui também deve ser analisado em três partes:

  • Organização;
  • Correção;
  • Ortografia.
Organização

Nem sempre os redatores conseguem organizar suas ideias da melhor maneira ou, pelo menos, do jeito mais lógico. E é você quem deve ajustar isso. O texto traz boas informações, mas elas parecem sem sentido? Pode botar ordem na casa! Os parágrafos estão muito longos e você sentiu que era preciso quebrá-los em novos tópicos? Solta a mão no enter.

Os conteúdos precisam estar organizados não só esteticamente, mas também conceitualmente. Não tem nada a ver começar um texto falando sobre um processo que é o último em uma cadeia de produção, por exemplo. É preciso dar sentido a tudo — da introdução ao CTA.

Correção

Aqui, é onde você nada de braçada. Se você veio do mundo formal da revisão, a avaliação desse critério vem naturalmente para você, certo? Os textos precisam estar perfeitos quando o assunto for coerência, coesão, pontuação, concordância — enfim, todos os elementos que fazem parte da correção gramatical de um conteúdo.

Ortografia

Muitos dos nossos clientes têm como objetivo se tornar autoridade em seus respectivos mercados e você, mais do que ninguém, sabe o quanto um errinho de português pode colocar a reputação de quem o cometeu a perder, correto? Por isso, é fundamental ficar de olho em todo termo que ficar sublinhado de vermelho no seu editor de texto.

Além disso, como nossos textos fazem parte de estratégias de Marketing de Conteúdo, é preciso tomar cuidado com termos pertinentes a esse universo — a maior rede de compartilhamento de vídeos se chama YouTube e não Youtube, por exemplo. Lembre-se que esse critério deve avaliar também a padronização de escrita de certos termos durante o texto, não apenas da língua portuguesa.

4. Feedback

Depois de analisar isso tudo e dar a nota referente à qualidade do texto, é hora de dizer ao redator tudo o que você observou, gostou, alterou, retirou, acrescentou… É hora de explicar para ele o porquê de você ter avaliado o conteúdo da maneira que o fez.

Nessa etapa, é fundamental também dar dicas de como melhorar cada um dos pontos que deixaram a desejar no texto. Não se esqueça de que é responsabilidade do revisor ajudar no treinamento dos redatores, hein? Quando mais bem educados eles tiverem, mais tranquilo será o seu trabalho. Pense nisso!

5. Checklist

Adequação à pauta

[     ] A introdução estava adequada?

[     ] Os intertítulos estavam padronizados e de acordo com o título?

[     ] A padronização dos parágrafos estava correta?

[     ] O CTA e a palavra-chave foram usados adequadamente?

[     ] As referências e os hiperlinks foram inseridos de maneira pertinente?

Relevância do conteúdo

[     ] O texto foi desenvolvido de acordo com o título da pauta?

[     ] O conteúdo trouxe argumentos e ideias relevantes?

[     ] A escrita levou em consideração as observações da pauta e do cliente?

[     ] A linguagem estava adequada à persona?

[     ] O tom do texto está de acordo com as informações da pauta e do cliente?

Gramática e português

[     ] O conteúdo apresenta ideias e argumentos de uma forma organizada e lógica?

[     ] O texto prezou pela correção gramatical da língua?

[     ] A escrita estava coesa e coerente?

[     ] A redação não apresentou erros ortográficos?

[     ] O conteúdo não trouxe vícios de linguagem?

Pauta

Você pegou uma tarefa de Pauta e agora tem que criar a demanda para um cliente? Ótimo! Basta seguir o modelinho que você usou para fazer sua candidatura. No entanto, como agora é pra valer, você deve prestar atenção a alguns detalhes adicionais e deve incluir algumas etapas no seu processo de trabalho.

Para ajudar você nessa jornada, listamos aqui uma sugestão de trajetória para que suas pautas fiquem nos trinques.

1. Análise da estratégia

A primeira ação que você deve tomar é compreender quem é o cliente, qual é a sua persona e quais são seus objetivos com a produção de conteúdo. É preciso entender quem está por detrás do projeto, quais são principais demandas, qual é o seu posicionamento, quem são seus concorrentes e quais são os temas que serão abordados no seu blog.

É nessa etapa que você deve anotar todas as informações que te ajudam a direcionar a criação das suas pautas. Você pode — e deve! — entrar no blog e no site do cliente para entender o que ele já foi produzido e qual é o foco que os textos costumam tomar.

Inclusive, nesse aspecto, é fundamental entender exatamente quem é a persona do negócio: idade, gênero, profissão, dores, canais de informação — enfim, tudo aquilo que te ajuda a entender para quem os textos são destinados. Isso porque, sem entender a persona, você pode dar um direcionamento errado para o texto, deixando-o muito superficial ou muito técnico.

Por exemplo, se você está produzindo uma pauta sobre marketing digital para um dono de uma empresa (persona fictícia 1) ou para um analista de marketing (persona fictícia 2), o nível de conhecimento sobre cada um nesse assunto fará com que você peça uma abordagem diferente no texto, concorda? Por isso, entender a persona é tão importante!

2. Definição de palavras-chave

Como um dos principais objetivos do conteúdo é ranqueá-lo bem nos resultados de busca, cada texto deve estar otimizado para esses mecanismos. E é aí que entra a importância da escolha de palavras-chave pertinentes à persona e adequadas aos direcionamentos apontados pelo mapeamento de conteúdo.

Para fazer isso, você deve imaginar como a persona do cliente pesquisaria por aquele tema no Google, por exemplo, para solucionar seu problema. É um exercício de empatia, de se colocar no lugar dessas pessoas para entender como elas procurariam por alguma coisa nos mecanismos de busca.

Depois de pensar na palavra-chave, uma boa prática é pesquisá-la em uma aba anônima. Dessa maneira, você vai entender melhor a intenção de busca de quem pesquisa aquele termo. O que quer dizer isso e por que é importante? A intenção de busca é entender, de acordo com os conteúdos das primeiras páginas, o que o Google considera importante falar sobre aquele assunto, ou seja, as principais dúvidas que as pessoas têm.

É importante ter essa informação para saber quais assuntos, dentro daquela palavra-chave, são essenciais de serem abordados (e incluir na descrição da pauta), além de saber quais outras dúvidas as páginas que ranqueiam nos primeiros resultados ainda não falam — e aí é a sua chance de abordá-las para que seu conteúdo possa se destacar!

Feito isso, o próximo passo é verificar se esse termo possui buscas em ferramentas de pesquisa na internet. Algumas ferramentas eficientes para realizar essas tarefas são o SEMrush e a Keyword Planner do Google, que mostram o volume de buscas mensais e a quantidade de concorrentes que trabalham esse termo.

Além disso, também são oferecidas algumas variações como sugestão para que você possa fazer a melhor escolha para o cliente.

3. Identificação da etapa do funil de vendas

Como você sabe, o funil de vendas mostra a trajetória que o cliente percorre antes de fechar um negócio, ou seja, são as etapas pelas quais ele passa durante sua jornada de compras — atração (topo), consideração (meio) e decisão (fundo). Assim, é preciso produzir conteúdos específicos para cada um desses estágios com o intuito de levar esse cliente para a próxima etapa do funil.

Na criação das suas pautas, você deve identificar em qual etapa seu cliente está para se interessar por aquele conteúdo. Mas não se preocupe! Esses direcionamentos virão na tarefa e no mapeamento de conteúdo. É só prestar atenção nisso e produzir pautas que se encaixem em cada etapa apontada.

De qualquer forma, é importante saber como classificar os conteúdos de acordo com o estágio. Veja:

  • Topo: problema, dúvidas, dores da persona;
  • Meio: possíveis soluções para os problemas, dúvidas, dores da persona;
  • Fundo: momento de decisão, no qual você cria autoridade para a empresa para que a persona queira comprar dela — e não do concorrente.

4. Criação do título

Esse é um dos pontos mais importantes da sua pauta — afinal, é ele que vai atrair o clique da persona. Ou seja, a relevância do conteúdo começa nesse item e é por isso que ele deve ser muito bem pensado e deve seguir algumas regrinhas básicas.

A primeira delas é que ele deve conter a palavra-chave definida no início desse processo. Lembre-se de que ela é fator de ranqueamento no Google e deve ser o guia para esse estágio. Além disso, uma boa prática é você deixá-la o mais à esquerda possível  — mas, claro, sem exageros! Se o título ficar mais atrativo e a palavra-chave estiver à direita, tudo bem!

Uma outra regrinha para ajudar você nessa parte é o tamanho do título: ele deve ter, no máximo, 67 caracteres, ok? Se ele tiver mais que isso, existe o risco de ele aparecer cortado nas páginas de resultado.

Além disso, o título precisa ser atraente, certo? Ele deve despertar curiosidade, apresentar soluções práticas, prometer algo que possa ser cumprido ou oferecer algo novo, por exemplo. Palavras negativas ou números costumam ajudar nesse quesito, mas tudo depende do objetivo, do cliente e da persona.

Por fim, a regra de ouro: o título é uma promessa. Se você cria um título “Como desenvolver uma estratégia de marketing digital?”, na Descrição e nas Referências, você vai dar o caminho para o redator cumprir essa promessa. Afinal, você não quer aguçar a curiosidade do leitor para um assunto e não falar sobre isso, certo? Por isso, sempre confira se na sua Descrição e nas Referências você está guiando o redator para produzir um conteúdo que vai responder exatamente ao título.

5. Criação da descrição geral

Essa parte é uma das mais importantes para o freelancer de Redação. É aqui que você, como freela de Pauta, deve explicar o que deve estar contido no conteúdo final. Ou seja, a descrição deve trazer todos os direcionamentos específicos para aquele texto: o que deve ser abordado, quais exemplos devem ser citados, quais maneiras devem ser trazidas e assim por diante.

Esse é um texto base que o redator vai tomar como ponto de partida para escrever e o revisor como ponto de partida para revisar o conteúdo. Trata-se de um esqueleto, de uma estrutura daquilo que deve ser tratado no texto. Por isso, é possível dar sugestões de intertítulos, de dicas, de exemplos e de tudo o que for contribuir para a criação de um conteúdo de qualidade.

6. Escolha do CTA

Para essa etapa, você deve se lembrar que cada pauta faz parte de uma estratégia maior que tem como objetivo produzir conteúdo de qualidade que levem o cliente para a próxima etapa do funil de vendas. Por esse motivo, a escolha do CTA é tão estratégica para encerrar o texto — é ele quem convida o leitor a dar o próximo passo.

A escolha do CTA da sua pauta deve estar de acordo com o conteúdo oferecido e deve mostrar que as dicas, as soluções e as propostas apontadas anteriormente não acabam com aquele texto. É preciso continuar a trajetória.

Aqui na Rock, utilizamos, basicamente, 9 tipos de CTA que você pode escolher para indicar em cada uma das pautas. São eles:

  • Deixar comentário no post;
  • Assinar a newsletter;
  • Curtir a página do Facebook;
  • Baixar o e-book (indicar qual e-book deve ser citado);
  • Linkar para outro artigo no blog (indicar o link do artigo);
  • Fazer o teste gratuito do software;
  • Sugerir o compartilhamento nas redes sociais;
  • Seguir nas redes sociais;
  • Convidar para o leitor entrar em contato com a empresa.

Como já dito, em um conteúdo, é importante sempre levar o leitor a dar o próximo passo — ou seja, avançar no funil de vendas. Porém, um passo de cada vez. Não é uma boa prática colocar um CTA de fundo de funil — por exemplo, convidar para o leitor entrar em contato com a empresa — em uma pauta de Atração, ok?!

7. Escolha das referências

Escolher as referências das suas pautas deve ser uma das primeiras etapas da sua criação. Deixamos esse tópico aqui porque ele é um dos últimos itens listados em cada pauta, mas uma boa prática é, antes de propor uma pauta, você realizar uma busca completa na internet, que comprove a possibilidade de desenvolver um artigo com base em uma pesquisa online.

Para pautas menores (de 500 palavras, por exemplo), é preciso indicar, no mínimo, 3 referências de qualidade — isso quer dizer que é preciso incluir sites de confiança e com conteúdos que auxiliem o freela de Redação a desenvolver um texto rico, relevante, inédito e adequado à persona. Por isso, vá além dos primeiros resultados do Google, ok? Evite sites como Wikipédia ou blogs que possuem baixa credibilidade (autor pouco conhecido).

Para pautas maiores (de 1000, 2000 ou 3000 palavras), é fundamental incluir mais referências para enriquecer o trabalho do redator. Lembre-se de que o objetivo dessa estratégia não é só facilitar o trabalho dos freelas, mas de orientá-los sobre todos os itens que devem ser abordados e sobre o que é esperado daquele texto.

Diagramação

Nossos e-books são sempre produzidos de acordo com o briefing do cliente. A partir dele, você tem acesso a todas as informações importantes para a construção do material:

  • template;
  • logo;
  • cores;
  • estilo de imagens;
  • redes sociais;
  • persona;
  • deadline;
  • valor;
  • Informações adicionais.

As informações desse briefing podem variar de acordo com a especificidade do cliente. De qualquer modo, a estrutura tende a seguir esse padrão. Para conhecer detalhadamente as ramificações do nosso briefing, acompanhe as próximas linhas:

1. Briefing

Você, como designer, entende a importância de um briefing, certo? Contudo, de nada adianta um briefing bem definido se os dados não são seguidos à risca. Dessa forma, seja fiel aos direcionamentos para evitarmos desgastes, combinado? Se houver qualquer dúvida, entre em contato que responderemos o quanto antes.

Agora que estamos na mesma página em relação às orientações, preste bem atenção nos detalhes a seguir para você entender como funciona nosso briefing.

Template

Mas como assim vocês trabalham com templates?

Exatamente isso! Para auxiliar melhor o cliente e, claro, otimizar a produção dos materiais, utilizamos essa solução.

Nossos modelos variam entre:

  • Verticais ou horizontais;
  • Uns mais corporativos, outros mais populares;
  • Uns com textos justificados, outros com textos alinhados à esquerda;
  • Opções que permitem mesclar vetores com fotografias;
  • E por aí vai…

Por trabalharmos com templates, alguns elementos são customizáveis, outros não. Ao mesmo tempo, abrimos exceções para alguns clientes — por exemplo, trocando fontes ou mudando o alinhamento do texto.

De qualquer modo, cada modelo tem estilos próprios de parágrafos, títulos, intertítulos, abertura de capítulos, citações etc. Por isso, não os altere de maneira alguma, a menos que deixemos isso bem claro no briefing.

Logo

Os arquivos do logo sempre serão disponibilizados como anexo na tarefa ou serão compartilhados em uma pasta no Dropbox. De uma forma ou de outra, não os altere em hipótese alguma sem as devidas orientações.

Como cado caso é um caso, nem sempre o cliente envia todos os arquivos necessários para a diagramação — às vezes, temos que trabalhar sem a versão branca, a horizontal ou o PNG com fundo transparente, por exemplo.

Quando isso acontecer e você perceber que nem todos os arquivos foram disponibilizados, não prenda o andamento do seu trabalho por esse motivo. Faça da melhor maneira que conseguir e realize a entrega. No mais, entre em contato se houver dúvidas.

Imagens

Template definido, é hora de escolher o estilo de imagem. Também para direcionar melhor o cliente, trabalhamos com os quatro estilos a seguir:

  • Estilo 1: Imagens com intervenções gráficas e/ou desenhos esquemáticos;
  • Estilo 2: Imagens com foco em objetos e mãos executando alguma função;
  • Estilo 3: Imagens com foco em pessoas exercendo alguma atividade;
  • Estilo 4: Ilustrações vetoriais.

É possível que o cliente faça algumas requisições como mesclar mais de um estilo ou não utilizar fotos de pessoas sorrindo para a câmera. Se esse for o caso, não se preocupe: adicionaremos essas informações ao briefing.

Adotamos o Depositphotos como banco de imagens principal e priorizamos as que possuem campos de profundidade bem marcados, cores vibrantes e aspecto menos mecânico e engessado. O tratamento das imagens também deve refletir tal preocupação, com um cuidado especial com o contraste, com o brilho e com a aparência saudável.

Em relação aos vetores, procuramos os que possuem aspecto mais flat e que possam ser combinados com outros sets, sem perder a continuidade do material.

Como já deu para perceber, prezamos muito pela qualidade dos nossos materiais. Por isso, sempre use o bom senso e seja coerente nas escolha das imagens. Caso note alguma divergência ou tenha alguma sugestão, procure a nossa equipe — estamos abertos a opiniões.

Cores

Geralmente, os clientes optam pelas cores institucionais. No entanto, pode acontecer de ele requisitar o uso de outras opções além da paleta padrão. De uma maneira ou de outra, isso vai estar descrito no briefing.

Use as cores com responsabilidade, sempre prezando pelo caráter visual do material e se atentando a questões como o contraste, a harmonização e a composição.

Redes sociais

Para aumentar a divulgação das mídias sociais do cliente e otimizar o tráfego, adicionamos os ícones das redes sociais e seus respectivos hiperlinks. Para não ter erro, sugerimos que você insira esses ícones no início, quando ainda estiver montando o arquivo. Além disso, disponibilizamos um gabarito de ícones flat com as redes sociais mais usadas.

Caso seja solicitado uma rede social incomum e que não conste no arquivo enviado, não entre em pânico: você mesmo pode criar e adicionar o ícone no material desde que esteja dentro dos padrões.

  • Para inserir os hiperlinks, selecione o objeto > hyperlinks > new hyperlink > destination URL > inserir o link > desmarcar a opção shared hyperlink destination (muito importante!) > ok.

Essa etapa requer dois pontos de atenção importantíssimos: realizar a configuração desses ícones na página mestre “Elementos” e não esquecer de testar o PDF quando finalizar.

Persona

É imprescindível que o designer freelancer considere para quem ele está diagramando o material. Por isso, a persona deve ser analisada antes do conteúdo ser diagramado, já que ela pode ditar vários aspectos — como as imagens e os vetores a serem escolhidos, por exemplo.

Uma persona é, como o nome sugere, uma personagem criada para ajudar a empresa a compreender melhor quem é o seu cliente e quais são suas necessidades.

2. Checklist

Direcionamento do cliente

[     ] O material foi diagramado no template certo?

[     ] As cores foram aplicadas corretamente?

[     ] A marca também foi aplicada corretamente?

[     ] O estilo de imagens está correto?

[     ] O conteúdo “sobre a empresa” está correto?

Configurações do arquivo

[     ] As páginas-mestras foram configuradas corretamente?

[     ] O grid foi utilizado da melhor forma?

[     ] Os ícones das redes sociais estão com hiperlinks?

[     ] Os capítulos no cabeçalho estão corretos?

[     ] O sumário foi configurado corretamente?

[     ] A numeração das páginas está correta?

[     ] O PDF está em um tamanho aceitável?

Qualidade do material

[     ] A qualidade da capa está dentro dos padrões e com o logo inserido?

[     ] As imagens foram bem escolhidas e estão de acordo com o conteúdo e com a persona?

[     ] As aberturas de capítulo estão dentro dos padrões?

[     ] Há quebras de parágrafo prejudicando a leitura do conteúdo?

[     ] Há incidência de linha viúva e/ou órfã?


speech bubble

7. Perguntas frequentes

Neste último tópico, listamos as perguntas mais frequentes para que você possa consultar sempre que tiver dúvida.

Aconteceu um imprevisto, o que eu faço com a tarefa que não vou conseguir entregar?

Nesse caso, entre em contato com o moderador da tarefa e veja se é possível aumentar o prazo de entrega. Por mais que a data de entrega seja para o dia, o moderador consegue se organizar e, se for preciso, delegar a tarefa com urgência para outro freelancer. Assim, a relação com o cliente não é afetada e ele não fica sem o material.

Minha tarefa está com o preço errado, por onde eu comunico com o moderador?

Entre em contato por e-mail com o responsável — Analista de Produção, Analista de Planejamento ou Designer — e verifique se o valor da tarefa é realmente o que consta na descrição da tarefa. Assim, caso tenha acontecido algum equívoco, ele será alterado.

O saque que eu fiz não caiu na minha conta, quem eu devo procurar?

Se por algum motivo o saque que você fez não cair na sua conta, entre em contato com o nosso departamento financeiro, por meio do endereço contasapagar@rockcontent.com. A equipe avaliará a sua situação e verificará o que aconteceu para te dar o devido retorno.

Preciso entrar em contato com o Analista de Produção da tarefa, onde encontro o e-mail dele?

Entre na tarefa e clique na aba “Pauta”. Logo no início da página, em especificidades, você vai encontrar o nome e o e-mail do Analista.

Não concordei com meu feedback/achei que o feedback deixou a desejar, com quem devo falar?

Para não criar nenhum tipo de atrito ou problema, antes de mais nada, procure sempre a orientação do Analista de Produção responsável pela tarefa. Ele também atua como moderador entre cada envolvido e, certamente, levará em consideração o seu lado e buscará uma solução para essa situação.

Lembre-se de que, no chat da plataforma, todas as pessoas envolvidas no projeto terão acesso às mensagens. Portanto, é indicado fazer comentários pertinentes e educados, assim como acontece em qualquer outra relação profissional.

O post sugerido para colocar no CTA ainda não foi publicado. Como devo proceder?

Escreva normalmente o CTA indicado e deixe um recado na plataforma avisando que ele está sem o link, pois o post ainda não consta no blog do cliente.

O cliente solicitou ajustes em uma tarefa e, por conta disso, o material vai ultrapassar o limite de palavras. Qual é a solução para essa situação?

Essa é uma prática inadequada para os processos, mas que pode acontecer. Portanto, ao perceber que após realizar os ajustes o texto ficou acima do limite de palavras permitido, entre em contato com o moderador. Dessa forma, vocês podem combinar a melhor forma para o envio da tarefa — seja pelo chat ou por e-mail, por exemplo.

Cliente pediu para mencionar o produto ou serviço dele. Como posso fazer isso?

Lembre-se de que o marketing de conteúdo não faz uma publicidade escancarada sobre o produto ou serviço de uma empresa, principalmente nas fases iniciais da jornada do cliente. Ao educar e passar credibilidade por meio do seu conteúdo, o leitor do blog perceberá por conta própria que é essa a solução que ele precisa.

É mais interessante apenas linkar o produto ou serviço em uma palavra ou frase relacionada, sem parecer forçado demais.

Preciso de dinheiro e o conteúdo continua com o moderador ou cliente. Posso deixar um comentário na plataforma perguntando sobre a aprovação?

Alguns redatores têm esse hábito e ele é erradíssimo. Antes de mais nada, lembre-se do prazo de aprovação automática de cada conteúdo e veja se já deu o tempo necessário. Em caso de dúvidas, entre em contato com o Analista de Produção por e-mail.


thumbs up

8. Pronto!

Ao longo deste manual, você pôde se informar melhor sobre algumas questões muito importantes para o trabalho do freelancer da Rock Content e sempre que você tiver alguma dúvida, pode usá-lo como um material de consulta.

Dentre os tópicos contemplados, deixamos de maneira clara os prazos e preços das tarefas; explicamos quem é quem na plataforma; esclarecemos as regras; mostramos como é feita de maneira adequada a produção de um conteúdo; demos dicas de boas práticas; e tiramos algumas dúvidas do que deve ser feito em situações adversas.

Esperamos que por meio dele você desenvolva ainda mais o seu trabalho como freelancer, buscando sempre aprimorar o serviço prestado e os seus conhecimentos sobre produção de conteúdo web e marketing de conteúdo.