Guia de Estilo para conteúdos produzidos na Plataforma Rock Content

Aprenda aqui os parâmetros utilizados para avaliar um bom conteúdo segundo os padrões da Rock Content.
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Produzir para a internet é diferente do que produzir para outros canais, certo? Para ler algum texto na tela de um dispositivo eletrônico, é preciso tomar alguns cuidados para que a legibilidade seja a maior possível e para que as regrinhas de SEO sejam aplicadas de maneira eficiente.

Assim, é fundamental estabelecer alguns padrões de estilização e de formatação para que todos os conteúdos produzidos estejam organizadas de maneira semelhante. Pensando nisso, resolvemos estruturar nossas diretrizes para que você possa acessá-las sempre que estiver em dúvida sobre nossos modelos.

Coloque esse conteúdo nos seus favoritos para que você tenha isso disponível quando precisar conferir alguma padronização, ok?

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Estilização básica

Como batemos sempre nessa tecla, você já conhece a importância da escaneabilidade. Mas o que isso significa na prática? Basicamente, que o texto precisa ter áreas de respiro e que as informações precisam estar dispostas de uma maneira agradável aos olhos e à leitura.

Para isso, é preciso levar em consideração alguns critérios:

1. Intertítulos

Uma das práticas que mais colaboram para que seu texto tenha uma boa escaneabilidade é usar intertítulos para dividir o conteúdo e para dizer ao Google a hierarquia das informações dispostas. Na Plataforma, você pode usar de “Título 1” até “Título 5”.

O H1 — nome dado ao “Título 1” — não deve ser utilizado em hipótese alguma no corpo do texto, já que ele faz referência somente ao título do conteúdo. As demais variações — de H2 a H5 — devem ser utilizadas para organizar as seções do texto de forma hierárquica. Por exemplo:

  • Título:

Qual é a importância de um guia de estilo? — “Título 1”

  • Intertítulos principais:

Padronização da formatação — “Título 2”

Itens principais do guia — “Título 2”

  • Parágrafos — “Título 3”
  • Listas — “Título 3”

Além disso, os intertítulos devem estar de acordo com os direcionamentos do título e da pauta e devem seguir o mesmo padrão de construção. Por exemplo:

TítuloIntertítulos
(X) dicas1. Faça

2. Leia

3. Organize

(X) erros1. Não ler o manual

2. Fazer sem padrão

3. Não seguir direcionamentos

Quais itens são fundamentais?1. Parágrafos

2. Formatação

3. Hiperlinks

Conheça as (X) boas práticas1. Ler até o fim

2. Padronizar de acordo

3. Revisar o conteúdo

Entenda o que é um guia de estilo1. O que é um guia de estilo?

2. Qual é a sua importância?

3. Como criar um?

2. Parágrafos

Para que o conteúdo não tenha blocos enormes de texto que prejudicam sua legibilidade, é preciso definir o tamanho ideal para os parágrafos. Aqui na Rock, cada parágrafo deve ter entre 4 e 6 linhas — tendo como parâmetro a caixa de edição de texto da Plataforma — ou entre 50 e 60 palavras.

E, assim que terminar um parágrafo, não é preciso incluir um espaço entre eles — ou seja, não é preciso “dar um enter” para dar um respiro. A formatação automática da Plataforma e dos blogs já cria esse espaço entre os parágrafos.

Além disso, o seu texto deve estar alinhado à esquerda. Antes, era padrão deixá-lo justificado, mas, com o passar do tempo, percebemos que essa formatação transformava o conteúdo em um blocão que dificultava a leitura.

Por fim, é fundamental caprichar na introdução do seu texto, já que é ela a responsável por contextualizar e prender a atenção do leitor. O padrão é sempre criar introduções que tenham de 2 a 4 parágrafos e que elas sempre terminem com um convite à leitura das próximas seções do texto.

3. Formatação

Embora a gente utilize negrito e itálico nos blogs próprios da Rock, essa padronização não é estendida para nossos clientes. Como as especificações variam de projeto para projeto, não colocamos como uma regra destacar termos importantes com negrito e nem estrangeirismos com o itálico.

Se isso não estiver descrito na pauta ou nas orientações gerais do projeto do cliente, pode ficar tranquilo que você não será penalizado por não incluir essas formatações no conteúdo, ok?

4. Hiperlinks

Um dos fatores essenciais para um bom ranqueamento no Google é o link building e, para isso, também existe um padrão que seguimos aqui na Rock. O ideal é incluir em torno de 3 hiperlinks a cada 500 palavras. Assim, o texto tem certa cadência, inclusive, nesse aspecto.

Ao inserir hiperlinks no conteúdo, é preciso seguir o passo a passo:

  1. Escolher a palavra — ou as palavras — em que o link será inserido;
  2. Selecioná-la(s) e clicar na ferramenta de inserir link — geralmente, é aquela com o desenho de uma corrente;
  3. Colar a URL de destino na caixinha da ferramenta e finalizar o processo.

Depois disso, é uma boa prática testar clicando no hiperlink para ver se a linkagem foi feita corretamente.

Essa é a maneira mais adequada de incluir links nos conteúdos, ou seja, URLs completas no corpo do texto ou dentro de parênteses não são a forma correta de realizar essa ação. Fique de olho!

5. Travessão

Um detalhe de formatação que usamos aqui na Rock é o uso de travessão para inserir informações adicionais de maneira destacada. Ou seja, se é preciso enfatizar uma informação importante, o mais adequado é usar o travessão — e não o hífen.

O hífen deve ser utilizado apenas na formação de palavras por composição, nos encadeamentos vocabulares e na formação de palavras por derivação. Por exemplo:

  • por composição: micro-organismos;
  • encadeamento vocabular: custo-benefício;
  • por derivação: guarda-roupas.

Para ajudar na hora de produzir um texto, existem atalhos no teclado para a inserção desses sinais gráficos — mas lembre-se de que eles só funcionam em teclados numéricos, ok?

  • hífen: alt + 045 (Windows) e – (Mac)
  • travessão: alt + 0151 (Windows) e option + shift + – (Mac)

Uma dica importante para garantir que todas essas questões relacionadas à estilização do conteúdo sejam lembradas é produzir um checklist simples e objetivo com os principais pontos. Dessa forma, o freelancer garante que a padronização não está sendo confundida com as de nenhum outro serviço realizado fora da plataforma e ainda facilita o trabalho do revisor após a entrega do texto.

Além disso, é interessante memorizar (ou ao menos deixar anotado em um local visível) os principais atalhos do teclado que fazem essa padronização de forma automática. Além de garantir que nenhum detalhe está passando despercebido, a produtividade é aumentada quando se seleciona todo o texto para fazer as configurações manualmente.

Listas

Outro elemento fundamental para a escaneabilidade de um conteúdo é a organização de itens em listas. Elas são usadas para enumerar etapas, listar grupos ou padronizar conjuntos de informação, por exemplo.

Dependendo do objetivo da lista, ela pode ser numerada ou com marcadores. Se o seu intuito é listar elementos que precisam seguir uma ordem, faz mais sentido utilizar a opção numerada. Caso isso não seja relevante, basta organizá-los com bullet points.

As regras de padronização são muito simples: os itens devem ser iniciados com letra minúscula e devem terminar com ponto e vírgula — com exceção do último que deve ser seguido de ponto final.

Isso independe do tipo de lista escolhido, ou seja, tanto a numerada quanto a com marcadores deve seguir essas diretrizes. Por exemplo:

  • intertítulos;
  • parágrafos;
  • formatação.

No entanto, se os itens enumerados já tiverem pontuação própria, eles devem ser iniciados com letra maiúscula e não é preciso incluir ponto e vírgula ou ponto final depois deles. Desse jeito:

  • A formatação é importante?
  • O estilo dos intertítulos é fundamental!
  • Os parágrafos, então, não preciso dizer…

O uso das listas é interessante em diferentes situações. Uma delas é quando se tem uma série de ideias curtas a serem apresentadas, em que não vale a pena a divisão entre tópicos, pois ocupariam muito espaço ao longo do texto. Por isso, vale a pena utilizá-las quando são tratadas diferentes informações breves e objetivas, que não são o principal foco do texto, mas que merecem destaque e atenção do leitor.

Uma outra situação em que a lista se encaixa perfeitamente é quando se vai conceituar diferentes palavras ou apresentar termos. São colocados uma série de bullet points, com o termo em negrito, dois pontos ou travessão, e a informação logo em seguida.

Por exemplo:

  • Padronização de termos: trata-se de quando as palavras são (continua o texto);
  • Inserção de subtítulos: é a técnica utilizada para ordenar (continua o texto);
  • Colocação de hiperlinks: técnica utilizada para fazer conexão (continua texto breve);

Em geral, cada ponto não costuma ocupar mais do que duas linhas do artigo.

Padronização de termos

Além das questões de estilo, também padronizamos algumas construções que são muito utilizadas por nossos freelancers. Não se tratam de erros — principalmente, porque já são bastante usadas —, mas de estruturas que ficam mais agradáveis se organizadas das seguintes maneiras:

1. Construção “irá + infinitivo”

Aqui na Rock, convencionamos que não devemos utilizar o futuro simples do verbo “ir” como auxiliar de verbos no infinitivo. Ou seja, em vez de usar, “irá fazer”, usamos “vai fazer” ou “fará”. Essa regra também deve ser aplicada para as variações do verbo “ir”, como “iremos” ou “irão”.

2. Uso de “através”

Geralmente, o advérbio “através” é usada para dar o sentido de mediação ou de instrumentalização. No entanto, o mais adequado é utilizá-lo apenas quando quiser passar a ideia de atravessamento — por exemplo, “a modelo andou através da passarela” ou “a luz entrou através da janela”.

Se o seu intuito é explicar o uso de algo como ferramenta, o mais adequado é usar “por meio de” — por exemplo, “a comunicação foi feita por meio do telefone” ou “cheguei aqui por meio do transporte público”.

Esses são alguns exemplos de regras que não são consideradas como oficiais, se você conferir na gramática, mas que são consideradas como um padrão na plataforma.

Isso acontece por que existem alguns termos e expressões que podem ser utilizadas de diferentes maneiras, sendo todas consideradas como corretas. Entretanto, não são tão utilizadas na linguagem coloquial e podem soar como “feias” em um texto criado para o ambiente online, que tem o tom descontraído por sua natureza.

Por isso, é bastante comum que os revisores façam alterações que não são consideradas gramaticalmente erradas, mas que são apenas boas práticas para deixar a leitura do texto mais fluida.

Outra dica muito importante é banir, ou evitar, o uso de termos que possam reproduzir ofensas e preconceitos. Por isso, criamos uma cartilha especial sobre Escrita Humanizada! Para acessá-la, é só clicar aqui!

Inclusão do CTA

Como você sabe, todo texto inserido em uma estratégia de Marketing de Conteúdo precisa contar com uma boa chamada para ação, certo? Afinal, você precisa convidar o seu leitor a tomar alguma atitude ao final do conteúdo — nem que seja a leitura de outros artigos no blog.

Aqui na Rock, a gente costuma fazer da seguinte maneira:

  • o CTA deve ser a última informação do texto;
  • ele deve estar de acordo com a descrição da pauta;
  • ele pode estar inserido no último parágrafo do conteúdo após a conclusão ou pode vir em um parágrafo único, criado apenas para ele — geralmente, preferimos a segunda opção;
  • a chamada para a ação deve contar com uma frase — ou mais de uma — que a conecte à conclusão do texto. Não é uma boa prática deixar essa informação solta ou truncada no final do conteúdo. É melhor incluí-la de forma fluida na escrita do artigo.

Por que é importante padronizar?

Otimiza a experiência do usuário

A padronização, no que diz respeito à estilização básica do texto, é uma questão muito importante que merece atenção dos freelancers na plataforma. Além de se tratar de uma questão de escaneabilidade, que permite uma experiência mais interessante para o usuário da internet ao fazer a leitura de um conteúdo, essas técnicas garantem que a leitura do texto seja prazerosa aos olhos no quesito estético.

A experiência do usuário é, sem dúvidas, um do principais pontos de atenção de qualquer um que produza conteúdo para o ambiente online. Afinal, se o contato com o texto não está sendo interessante, é muito fácil fazer algumas pesquisas e encontrar um que seja na página do concorrente.

Sendo assim, uma simples padronização é capaz de facilitar o alcance dos objetivos com uma página.

Facilita o trabalho do freelancer na plataforma

A padronização é uma questão que facilita o trabalho do freelancer e o torna mais produtivo.

Se cada um dos clientes da Rock Content tivesse um padrão diferente de publicação em seu blog, seria necessário que os redatores adaptassem o seu trabalho a cada tarefa pega.

Além de gastar mais tempo lendo e entendendo as regras, seria muito provável que houvesse cobranças que não foram previamente combinadas.

Com ações simples como a produção de conteúdos como este e por meio de feedbacks nas tarefas feitas no dia a dia, a equipe da Rock consegue garantir que todos os freelancers estejam alinhados para produzir conteúdos de qualidade e que o fluxo de produção seja mais rápido e eficiente para todos os envolvidos.

Garante as boas práticas de SEO

O estilo utilizado nos textos produzidos na plataforma não visam exclusivamente a estética do conteúdo. Afinal, os artigos produzidos são a etapa final de uma estratégia de marketing que possui objetivos, indicadores de desempenho e metas a serem alcançadas.

Por isso, cada um desses detalhes é pensado com base nas boas práticas de SEO, ou seja, técnicas utilizadas para que o artigo seja apresentado a um usuário como a melhor resposta para uma pergunta realizada durante uma pesquisa em um buscador.

Desde o tamanho da letra, inserção de intertítulos e uso de negrito, até a colocação de hiperlinks e uso de CTAs ao final do artigo fazem parte das técnicas do famoso marketing de conteúdo. Por isso, para garantir o bom resultado esperado por cada um desses artigos, é preciso que as regras sejam obedecidas.

Bom, é isso! As demais diretrizes vão variar de acordo com as especificações de cada cliente e aí é só ficar de olho na estratégia e nas pautas, ok?

É comum que alguns pequenos detalhes sejam alterados, de acordo com o estilo de publicação do blog. Algumas possibilidades são: restrições em relação aos termos permitidos no texto, links obrigatórios para artigos específicos, criação de um resumo antes da introdução, etc.

Tudo estará disposto nos campos de descrição da pauta e de orientações gerais para redatores. Basta ficar de olho para ter certeza de que não está esquecendo nenhum detalhe.

No mais, caso surjam dúvidas, basta entrar em contato com o Analista de Produção vinculado à tarefa.

Ainda não faz parte da comunidade de freelancers da Rock Content? Cadastre-se agora mesmo na plataforma, faça as certificações e comece a realizar suas primeiras tarefas!

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