Por Arthur Minoves

Analista de Produção de Conteúdo Externo na Rock Content.

Publicado em 11/09/2018. | Atualizado em 11/09/2019


Confira o que considerar ao avaliar e dar feedbacks para as tarefas dos seus projetos!

Concentração, atenção aos detalhes e domínio da gramática são características comumente atribuídas a um revisor. Esses atributos são valiosos, mas não são os únicos que os freelancers de revisão da Rock precisam desenvolver para atuarem de forma eficiente nos projetos dos quais fazem parte.

Pensando em auxiliar esses profissionais a entenderem o que esperamos deles nos fluxos de trabalho da plataforma, desenvolvemos este conteúdo que aborda os critérios de avaliação considerados ao revisar uma tarefa. Além disso, elencamos também boas práticas de pedidos de ajustes e feedbacks.

Confira!

1. Critérios de avaliação

A fim de mantermos um fluxo de trabalho organizado e coerente, nada mais justo do que termos parâmetros para garantir que o conteúdo, objeto de análise do revisor, esteja alinhado e adequado ao ser submetido para o cliente.

Na Rock Content, a orientação é que os freelas de revisão levem em conta, basicamente, três critérios:

  1. adequação à pauta;
  2. relevância das informações;
  3. qualidade da escrita.

É preciso, portanto, estar bem atento a esses pontos ao receber um texto escrito por um redator. Logo, cabe ao freela de revisão jogar uma lupa diante do conteúdo e, a partir dos critérios de avaliação e das particularidades de cada projeto, adequar e editar o material para que ele fique alinhado às expectativas do cliente.

1.1. Adequação à pauta

Todo conteúdo de uma estratégia deve seguir a sua própria pauta. Afinal, essas diretrizes foram concebidas para que o redator escreva um texto que capte a atenção da persona e a insira no funil de vendas.

Logo, quando um freela pega uma tarefa para revisar, ele precisa usar a pauta como uma fonte para conferir se o redator seguiu as orientações gerais, os links de referência, os detalhes sobre a persona, o estágio do funil, a CTA, os objetivos do conteúdo e do projeto etc.

Adotamos, portanto, o método de revisão mais lógico, que é o de analisar a tarefa, levando em conta a sua extensão, de cima para baixo, ou seja: do título à CTA.

1.1.1. Título e Intertítulos

O título representa o primeiro contato do leitor com o conteúdo. Quando ele abre um texto no seu computador, espera que aquela leitura atenda às suas expectativas. Afinal, foi essa “promessa” que o levou a clicar naquela chamada.

Por isso, é importante verificar se existe, de fato, uma harmonização nesse sentido. Logo, uma tarefa denominada “(X) dicas de marketing digital para imobiliárias”, por exemplo, não deve apenas tratar de táticas de marketing digital para negócios em geral ou iniciativas gerais de marketing.

Inclusive, em Rock Studio, tanto os freelas de redação quanto os freelas de revisão estão habilitados a editar os títulos das tarefas.

Em casos como o exemplificado acima, em que é necessário substituir o “(X)” pelo numeral, a orientação é que os redatores atualizem essa informação e os revisores confiram se elas condizem com a quantidade de sugestões elencadas ao longo do texto.

Isso também se aplica a eventuais errinhos de português. Logo, também pedimos que, em casos assim, editem a passagem. No mais, se surgirem dúvidas sobre como proceder, você pode sempre recorrer a um dos seus principais parceiros: o moderador responsável pela tarefa. Ele saberá orientá-lo adequadamente.

Já os intertítulos do conteúdo devem apresentar o mesmo padrão textual — sendo todos formulados, por exemplo, como perguntas ou no imperativo — e seguir a linha de raciocínio do título.

No caso do nosso post hipotético sobre “(X) dicas de marketing digital para imobiliárias”, os intertítulos precisam estar enumerados, por se tratar de uma pauta do tipo “(X) coisas”, e abordar, individualmente, cada uma dessas dicas.

Mas fica um aviso importante para o revisor: como o título da pauta não é produzido pelo redator, não há motivos para penalizá-lo por conta de um eventual erro de digitação nessa parte da tarefa.

1.1.2. Descrição geral da pauta

A descrição geral da pauta contém as diretrizes e orientações aprovadas pelo cliente durante a etapa de planejamento. É como se fosse o passo a passo de uma receita que visa ao sucesso do conteúdo.

Essa seção traz os direcionamentos que o redator considerou ao produzir o texto. Tais informações podem trazer orientações pontuais, indicando, por exemplo, a necessidade de elencar palavras-chave secundárias, sugestões de nomes para os intertítulos, exemplos específicos que devem abordados, se o conteúdo é uma extensão, entre outras coisas.

Logo, caso o texto submetido pelo redator não esteja condizente com essa descrição, o revisor poderá solicitar ajustes se julgar necessário.

1.1.3. Palavras-chave

Toda pauta voltada para a produção de blogposts traz, pelo menos, uma palavra-chave a ser trabalhada para o ranqueamento do conteúdo nos mecanismos de busca. Geralmente, as orientações gerais do projeto trazem observações sobre a frequência e os locais em que essa expressão deve aparecer.

Na Rock, utilizamos como uma boa prática a aplicação de 3 ocorrências das palavras-chave a cada 500 de um conteúdo — logo, seriam 6 em textos de 1000, 9 nos de 1500 e assim por diante. Quanto à incidência, o ideal é que a expressão surja no primeiro parágrafo, ao longo do texto ou em algum intertítulo e no último parágrafo, ou seja, no bloco de texto que precede a CTA.

Em alguns casos, é preciso ter sensatez ao aplicar essas considerações, pensando sempre na experiência que o seu leitor terá ao se deparar com o conteúdo.

Segundo a lógica acima, uma tarefa de 3 mil palavras, por exemplo, deveria ter 18 incidências da palavra-chave. Acontece que, se a expressão for muito específica, como “o que é marketing digital” ou “dicas para férias em família”, esse uso pouco moderado pode deixar a leitura repetitiva e massante.

Por conta disso, o Google tende a penalizar sites em que ele verifica que palavras são usadas de maneira leviana, fora de contexto.

A dica é levar em conta a utilização de sinônimos ou expressões que dialoguem com aquela abordagem, visto que os mecanismos de busca usam a semântica, reconhecendo o significado e as diversas possibilidades no uso dessas expressões para identificar um texto rico e de qualidade.

Assim, em vez de replicar “o que é marketing digital”, você pode escrever “o significado de marketing digital”, ou “sugestões para férias familiares” no lugar de “dicas para férias em família”, sem prejudicar o sentido ou o ranqueamento do conteúdo.

1.1.4. Lincagem

A inserção de links internos é fundamental para otimizar o tráfego para o blog e manter a persona consumindo esses conteúdos durante um bom tempo. O ideal é que as lincagens sigam a proporção de 3 por 500 palavras, sem contar um eventual link na CTA.

É fundamental verificar se essas inserções foram realizadas de forma natural, seguindo o formato de link building e sem apelar para clickbaits, ou seja, se o conteúdo lincado condiz com o trecho em que ele aparece, fazendo sentido dentro da narrativa do texto e sendo instrutivo para o leitor.

Portanto, cabe ao revisor abrir cada um dos links presentes na tarefa, a fim de garantir que não estejam quebrados, que pertençam ao blog do cliente, que não sejam de concorrentes etc.

Enquanto revisor, você pode alterar ou inserir links no texto, caso seja necessário. Entretanto, se surgirem dúvidas sobre como proceder, lembre-se de solicitar a orientação do moderador responsável.

1.1.5. Estágio do funil

Cada conteúdo se encaixa em determinado estágio do funil de vendas, portanto, o texto precisa respeitar a fase à qual pertence, seja ela de atração, consideração ou decisão.

Textos de atração, por exemplo, não podem trazer citações do nome do projeto, visto que, nessa etapa, a persona ainda não sabe exatamente qual problema ela tem. Essa prática soaria, portanto, como uma publicidade “forçada”, afastando o internauta da leitura.

Nos outros estágios, essa atitude soa mais natural e deve ser mais incisiva ao abordar as soluções do projeto, conforme os conteúdos se voltarem progressivamente para o fundo do funil.

1.1.6. CTA

A pauta traz a call-to-action que será utilizada no desfecho do conteúdo, de forma que cabe ao revisor conferir se o redator formulou essa parte do texto adequadamente. Além de seguir o formato estabelecido pelo pitch, a CTA deve ser atrativa, de forma a incentivar o leitor a realizar aquela ação.

Lembre-se sempre de que essa é uma ferramenta muito importante para promover a determinada oferta de marketing digital, gerar leads e, claro, conduzir a persona dentro da estratégia do funil de vendas.

1.2. Relevância das informações

Quando trabalhamos em uma estratégia de inbound marketing, as nossas atenções se concentram em transmitir conhecimento para o nosso leitor, a fim de que ele se informe sobre a solução que busca, antes de efetivamente encontrá-la.

Por conta disso, é importante verificar se as informações elencadas pelo redator cumprem esse propósito, levando em conta os critérios a seguir.

1.2.1. Introdução

A introdução é o primeiro contato que o visitante terá com o conteúdo, portanto, ela deve trazer uma prévia do assunto que será abordado. O ideal é que essa “abertura” do material seja atrativa, a fim de prender a atenção e instigar a leitura.

A recomendação é que as introduções apresentem de 2 a 4 parágrafos e, ao seu fim, surja um convite, de forma similar a uma CTA, que leve a persona a ler o texto até o fim. Os verbos no imperativo, como “confira”, “acompanhe” e “descubra”, são comumente usados no desfecho dessa parte do post ou e-book.

1.2.2. Apresentação de ideias e argumentos relevantes

Um conteúdo web precisa ter fundamentos que convençam o público a continuar naquela leitura, reconhecendo que o texto exprime autoridade. Por isso, cabe ao revisor verificar se o redator demonstra domínio em relação ao assunto e transmite informações que se relacionem com a realidade da persona e do projeto em questão.

Ou seja, é hora de avaliar a retórica utilizada na narrativa e sua capacidade de agregar conhecimento, gerando a sensação de aprendizado.

1.2.3. Considerações gerais e estratégia do projeto

Além das orientações específicas de cada pauta, os conteúdos precisam seguir as particularidades do projeto. Os textos devem considerar os objetivos do cliente, apresentar as palavras e a linha de raciocínio que ele deseja abordar, dialogar com o público que ele pretende atingir etc.

Os revisores freelas da Rock têm acesso a essas diretrizes em um campo específico das tarefas, depois de pegá-las. Basta, portanto, fazer essa conferência por lá e, em caso de dúvidas, entrar em contato com o moderador responsável, a fim de colher outras informações estratégicas sobre o cliente.

1.2.4. Linguagem

Como de praxe, é crucial verificar se a linguagem está adequada à persona, seguindo as orientações que a plataforma prevê para o projeto. O alinhamento desses pontos garante que o discurso do conteúdo se aproxime da realidade e das necessidades do visitante, fisgando a sua atenção e conquistando a sua confiança.

É preciso, portanto, “falar a mesma língua” da sua persona, fazendo com que ela se identifique com aquilo que lê. Não adianta, por exemplo, escrever com uma linguagem formal um conteúdo para um projeto que deseja se expressar de maneira despojada, por exemplo.

É hora de verificar se a argumentação e as expressões utilizadas pelo redator condizem com a realidade do público que o cliente quer atingir, realizando as adequações necessárias durante a revisão para obter sucesso nessa empreitada.

1.2.5. Escaneabilidade

Na internet, a tendência é que a atenção das pessoas se disperse rapidamente com a enorme quantidade de opções de janelas e abas que ela tem à disposição no navegador. Portanto, é preciso usar abordagens para favorecer a experiência de leitura do usuário.

Dessa forma, para que os conteúdos não sejam formados por blocos enormes de texto que comprometam a, o ideal é que cada parágrafo apresente entre 4 e 6 linhas, levando em conta a caixa de edição de texto da plataforma.

Vale ressaltar que não é preciso incluir um espaço entre os parágrafos, ou seja, nada de “dar um enter” para garantir um “respiro”. Lembre-se de que as formatações automáticas da plataforma e dos blogs já criam esse espaço entre os blocos.

Além disso, é fundamental alinhar o texto à esquerda. Antes, era padrão deixá-lo justificado, mas com o passar do tempo, percebemos que essa formatação dificultava a leitura ao adotar uma estrutura muito rígida.

Outra prática que garante a escaneabilidade é a utilização dos intertítulos, responsáveis por organizarem o texto e informarem ao Google que aquelas informações têm uma hierarquização.

Na Rock, adotamos as formatações de tamanho “Título 1” (H1) a “Título 5” (H5), mas a primeira não deve ser utilizada no corpo do texto, visto que serve apenas para o título da tarefa. Dessa forma, as demais variações — de H2 a H5 — são utilizadas para organizar as seções de forma hierárquica.

1.2.6. Pesquisas citadas com links atualizados

A citação de pesquisas serve como um argumento de autoridade, garantindo a credibilidade das informações abordadas. Ao se deparar com esse tipo de citação, é fundamental verificar se o redator lincou o trecho para a fonte da publicação original ou para algum site neutro que seja referência no assunto.

Portanto, é obrigatório inserir esse link de comprovação da veracidade desses dados. Caso o freela de redação não faça isso, o revisor pode procurar aquela referência ou solicitar ajustes. Vale ressaltar que não devemos inserir lincagens para blogs e sites de concorrentes do cliente.

1.3. Qualidade da escrita

Quando falamos em “qualidade da escrita”, nos referimos aos fatores que garantem que a redação segue padrões técnicos, levando em conta o desenvolvimento de um texto que seja eficiente ao se comunicar com o leitor.

Logo, é papel do revisor zelar pelos aspectos que serão abordados na sequência.

1.3.1. Apresentação de ideias e argumentos

Lembre-se de verificar se as informações foram apresentadas para o leitor por meio de argumentos sólidos. Além de úteis para a persona, esses conhecimentos devem ser bem embasados, com direito a uma retórica convincente e cativante.

Um conteúdo web precisa ser coerente e lógico, com ideias que fazem sentido naquele contexto. E a melhor forma de garantir isso é proporcionando uma leitura fluida, evitando frases confusas e parágrafos truncados, por exemplo.

1.3.2. Adequação às normas gramaticais

Como qualquer processo humano, a escrita é passível de falhas. Logo, é quase utópico exigir que qualquer redator entregue um texto sem algum errinho de gramática. Então, o revisor deve estar ciente de que precisará corrigir esses equívocos, mas sem exigências desproporcionais em relação ao trabalho entregue pelo freela de redação.

É evidente que um redator deve apresentar domínio em relação à escrita, mas o trabalho do revisor existe, justamente, para mitigar eventuais errinhos que surjam nesse processo.

Cabe ao revisor, portanto, manter-se informado e estudar bastante sobre questões gramaticais, a fim de eliminar erros de concordância, digitação, palavras repetidas, aplicação incorreta de pronomes e de preposições, vícios de linguagem etc.

É claro que, assim como o redator ou qualquer outro profissional, o freelancer de revisão também está sujeito a erros, mas espera-se que ele se dedique e acumule os conhecimentos necessários para reduzi-los, mantendo-se em constante processo de estudo e aprendizado.

2. Pedidos de ajustes

Os revisores também têm a opção de solicitar ajustes quando a qualidade da redação de uma tarefa puder ser melhorada consideravelmente ou existir um problema que apenas o redator conseguirá resolver.

Com esse procedimento, a demanda volta para o freela de redação ajustá-la — e, posteriormente, cabe ao revisor realizar uma nova conferência dessas mudanças.

Vale ressaltar que essas solicitações devem respeitar a pauta, as especificações do projeto e os padrões de qualidade e estilo exigidos pela Rock Content e pelo cliente.

Ou seja, é preciso encontrar um “equilíbrio” entre as obrigações do redator (de produzir um conteúdo de qualidade, otimizado para SEO e alinhado às especificações do projeto) e as atribuições do revisor (de aperfeiçoar esses pontos e reestruturar determinadas passagens do texto, caso seja necessário).

Entre as solicitações mais comuns de ajustes, podemos citar:

  • conteúdo que não levou em conta a persona, a linguagem e as orientações gerais do projeto ou que não abordou todos os itens da pauta;
  • pesquisas citadas sem link para a fonte original da publicação;
  • texto extremamente prolixo e repetitivo.

Outra dica pertinente é não ser verborrágico ou se alongar demais nas explicações ao solicitar ajustes para o redator. Seja claro, preciso e direto, a fim de direcioná-lo de forma educativa para a sua solicitação.

3. Formulação de feedbacks

Na Rock, os revisores freelas precisam escrever para os redatores um feedback referente aos textos que conferiram. Essa prática existe para estimular a busca pelo aperfeiçoamento profissional e garantir transparência nos processos, sobretudo quando elencamos os pontos que foram avaliados durante a revisão.

Para formular um feedback que fará a diferença, é necessário levar alguns pontos em questão, como os que serão apresentados agora.

3.1. Cordialidade

A cordialidade é uma das características mais bem valorizadas em um bom revisor, portanto exerça sempre a “empatia”. Coloque-se no lugar do redator e tente imaginar como você gostaria de receber aquele feedback.

Há uma plataforma de distância entre os freelas, mas há sempre uma pessoa do outro lado da tela que está sujeita aos mesmos problemas, anseios e dúvidas que você.

Ao dar um retorno sobre o conteúdo que revisou, não foque apenas nas questões que podem ser melhoradas, mas aborde também os pontos fortes. Esse tipo de reconhecimento é importante para que o redator saiba onde manda bem e compreenda o valor do seu próprio trabalho.

Há várias maneiras de conferir um caráter “humano” ao seu comentário de aprovação. Uma delas é saudar o freela de redação, se referindo a ele pelo nome. O tradicional “Oi, Fulano. Tudo bem?” já é um bom começo.

3.2. Didatismo

Lembre-se também de utilizar um tom didático e argumentar de forma clara ao explicar a sua atuação no conteúdo. Ou seja, descreva o que você editou e por que aquelas alterações foram necessárias.

Em seguida, enumere os pontos em que a sua intervenção foi exigida. Ou seja, especifique se foram questões envolvendo gramática, adequação à linguagem, uso de palavras-chave, link building, escaneabilidade etc.

É essencial que o seu feedback seja completo e aponte as falhas cometidos pelo redator. Para contextualizar a sua atuação na tarefa, indique os trechos, as orações e os períodos alterados e explique, por meio de exemplos, a importância de evitar determinado tipo de erro.

3.3. Proatividade

Da mesma forma que o redator é a maior autoridade diante do texto que escreveu, não há pessoa mais adequada no mundo para falar sobre a revisão que realizou do que o próprio revisor.

A frase acima soa repetitiva, mas serve para frisar que o freela de revisão deve estar sempre à disposição caso sejam solicitados esclarecimentos sobre o seu trabalho. Por exemplo, se um redator apontar alguma dúvida sobre uma alteração ou consideração do feedback, é obrigação do revisor dar um retorno cordial e rápido.

O mesmo princípio se aplica aos comentários vindos de analistas e clientes do projeto. Sempre que destacarem alguma questão relativa à revisão dos conteúdos, cabe ao freela responsável pela etapa responder, prezando sempre pelas boas práticas de relacionamento, conforme já destacado neste post.

3.4. Indicações

Uma prática que garante um caráter instrutivo e didático ao seu feedback é fornecer novas possibilidades de conhecimento para o redator. Afinal, é por meio de dicas e sugestões de estudos que conseguimos nos desenvolver e crescer enquanto profissionais.

Além disso, como os freelas estão envolvidos em times dos projetos dos quais fazem parte, o aperfeiçoamento de uma peça desse fluxo de trabalho interfere — e contribui — no papel desempenhado por todas as pessoas envolvidas na empreitada.

Portanto, sempre que achar necessário, o revisor deve sugerir referências que abordem qualquer aspecto que ficou aquém dos padrões de qualidade no texto original. Nos nossos blogs, como o Comunidade Rock Content e o Blog da Rock Content, há vários materiais que podem ser úteis, funcionando como fontes de informação alinhadas ao que esperamos de um freela.

Também vale a pena indicar ferramentas que você, como revisor, utiliza e que podem ser úteis para o redator, como: um bom dicionário (de verbetes ou de sinônimos), corretor ortográfico, algum comparador de versões etc.

As suas sugestões devem estar alinhadas ao contexto daquela tarefa e do trabalho desempenhado pelo redator. Por exemplo, se há um ou outro errinho de digitação no texto, isso não significa que o freela não jogou o seu conteúdo em um corretor ortográfico. Logo, essa não seria uma sugestão válida de melhoria.

Por outro lado, se você notar que a tarefa está com uma série de espaços duplos e erros gritantes de concordância, o uso desse tipo de ferramenta provavelmente ajudaria o redator a mitigar as suas falhas.

Avalie sempre a situação antes de sugerir alguma iniciativa, conferindo se ela será, de fato, oportuna para o seu companheiro de projeto.

3.4. Revisão

Quando redigimos um feedback relacionado a um conteúdo revisado, nada melhor do que estender a nossa revisão para o comentário de aprovação. Assim, antes de dar um retorno sobre o trabalho do redator, não se esqueça de conferir se você não cometeu algum deslize ortográfico no seu parecer.

Prezar por esse tipo de excelência confere um ar de autoridade ao seu trabalho, ressaltando que você, enquanto revisor, domina e coloca em prática aquilo que avalia nos seus projetos.

Erros de revisão sempre existirão e continuarão a existir. Assim, este post ou qualquer outra coisa que você já leu na vida podem apresentar equívocos de digitação, gramática, formatação etc.

Então não se martirize caso cometa algum deslize durante o seu trabalho e aplique essa perspectiva de compreensão, sobretudo ao lidar com os redatores. Afinal, o freela dessa modalidade também precisa lidar com prazos, metas e outras eventualidades.

Logo, a função de revisor freela existe justamente para auxiliar os seus companheiros de trabalho. Um profissional de revisão deve, portanto, atuar de forma colaborativa, com foco em se aperfeiçoar para garantir a otimização dos conteúdos à sua disposição e orientar o desenvolvimento daqueles que têm os seus textos revisados.

E para se aperfeiçoar como profissional, nada melhor do que ter acesso a conhecimentos compartilhados por especialistas no assunto. Então confira os Cursos de Marketing Digital da Universidade Rock Content — há, inclusive, uma certificação voltada para revisores!

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