Por Priscila Lima

Publicado em 13/05/2019. | Atualizado em 25/06/2019


O copywriting é a base para qualquer produtor de conteúdo desenvolver o pensamento e a escrita que convencem e convertem admiradores em clientes. Entenda o que é a escrita persuasiva e quais são os seus principais pilares.

Você já estudou todas as técnicas da redação para internet, conhece todas as armadilhas do português, tudo sobre SEO, Inbound Marketing, mas fica confuso quando se depara com o termo copywriting?

Esse artigo é para todos os profissionais que estão cansados da mediocridade e querem criar conteúdos diferenciados. Aprendendo a escrita persuasiva, você poderá ganhar o quanto desejar em uma única vez.

Continue a leitura que este artigo vai esclarecer tudo o que você já sabe sobre escrita persuasiva e ainda orientá-lo sobre os pilares que sustentam qualquer conteúdo poderoso.

Nas próximas linhas, você verá um compilado com dicas simples e práticas que se bem aplicadas renderão artigos cada vez mais poderosos e com alta taxa de conversão.

Além disso, conhecerá as histórias dos maiores copywriters do mundo e saberá que é possível sim escalar os rendimentos com uma escrita persuasiva.

O que é a escrita persuasiva?

Embora esteja na moda, a escrita persuasiva ou o copywriting é mais tradicional do que você pensa. Com o repentino crescimento da mala-direta no final do século XIX, o termo copywriting, foi criado para potencializar as entregas e aumentar as conversões dos anúncios de muitas empresas daquela época.

Hoje, a escrita persuasiva é utilizada por profissionais do marketing, publicitários e redatores freelancers como uma chave para converter e aumentar os clientes de uma empresa por meio de diversos canais digitais como: roteiros de vídeos, apresentações, blog post, cartas de vendas para landing pages, e-mail marketing, mídias sociais entre outros.

Em meio a tantas demandas, somente o profissional mais preparado vai de fato ter resultados com os seus conteúdos. Os fundamentos farão você entender como aplicar os princípios da escrita que convence. Você precisa aprender os pilares de uma escrita persuasiva de verdade para vender os seus projetos, lucrar muito e garantir uma renda recorrente.

Se você estiver procurando mais um macete para ter a escrita mais persuasiva, mude de post, pois este artigo não é para você. Se você quer algo pronto para depois só ir ajustando para o seu público, este artigo também não vai resolver o seu problema.

Fórmulas prontas para copywriting podem não funcionar e, em alguns casos, podem ainda acabar queimando o redator responsável pelo projeto entregue.

Em vez disso, vou te mostrar a principal base em que o copywriting está fundamentado e que vai — de verdade — aumentar os seus ganhos como redator freelancer.

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Como aprender copywriting corretamente?

Por causa disso, surgiram muitos profissionais que se intitulam como copywriters e ensinam templates que não funcionam. Veja bem, você pensa que um template para converter uma agência de conteúdo serve para converter uma agência de turismo?

As dicas que vamos revelar, você as encontra no livro do Paulo Maccedo “Copywriting O Método Centenário de Escrita mais Cobiçado do Mercado Americano”. Esse livro é um divisor de águas entre o freelancer medíocre e o acima da média.

Entender o modelo que norteia o copywriting não tem nada a ver com templates, mas é você compreender e seguir os princípios que sustentam uma escrita persuasiva. Além disso, para você ser um bom copywriter será necessário muito treino: escrever, revisar, testar e escrever. É extremamente importante você captar os fundamentos e como tudo deve ser construído.

Entenda a estratégia AIDA

Agora que você já entendeu o que é a escrita persuasiva e como aprendê-la de fato, veja o modelo AIDA, uma estratégia para você escrever baseado nas premissas, ou seja, aquilo que seu conteúdo deve atender. Veja só os requisitos:

  • A: atração conectar com o leitor por meio de comparações e entender profundamente as dores e necessidades da persona;
  • I: despertar o interesse para algo que a sua persona desconhece é um desafio. O bom copywriter deve despertar o interesse apresentando uma solução diferente do que ele já viu;
  • D: a persona passará a sentir desejo por aquilo. À medida que o redator vai destrinchando, ele potencializa o desejo na persona pelo que está sendo ofertado;
  • A: a ação nada mais é do que a famosa CTA (call-to-action) que você já conhece. A diferença é que ela é mais agressiva e convidativa a fechar negócios.

Nos próximos parágrafos, você conhecerá algumas das maiores histórias do copywriting e terá acesso aos princípios segredos que, se bem aplicados, garantem resultados poderosos.

Pense copywriting

Antes de escrever a sua copy, o primeiro passo é você trabalhar com a sua mentalidade. Nesse livro, o Paulo Maccedo fala sobre a importância de o profissional pensar copywriting e dominar os conceitos pela raiz. Ele enumera uma lista com os pilares da mentalidade e uma declaração para ser lida em voz alta até fixá-la em sua mente e o copywriting tornar-se parte de você.

Dentre algumas abordagens, o autor menciona sobre o profissional fortalecer a mentalidade, quebrar o próprio preconceito com vendas, estar disposto a ajudar pessoas e nunca abrir mão da ética e da honestidade.

Por falar nisso, em 1959, o David Ogilvy escreveu a carta de vendas do Roll-Royce de apenas 607 palavras, que levou a empresa faturar milhões. Ele não criou algo da noite para o dia. Ele pensou copywriting e concretizou o pensamento quando o aplicou na escrita.

Ficar preocupado com templates mina a sua criatividade de criar algo diferenciado e que de fato conecte sua marca com o seu público-alvo.

Seja sincero e se livre dos tecidos podres

Ser verdadeiro é um princípio que deve ser o mantra do seu negócio. Com a frase: “temos muitos tecidos podres e coisas dos quais queremos nos livrar” que John Emory Powers escreveu um dos anúncios mais sinceros e rentáveis para a empresa Wanamaker.

Não se restrinja a falar somente das qualidades e tentar mostrar a perfeição em suas publicações. A sinceridade é algo muito valioso para cativar e despertar o interesse em seu público-alvo. Por ter uma abordagem diferenciada, você chama a atenção do leitor.

Descubra a sua voz                   

Busque o autoconhecimento e descubra a sua voz dentro do que está a realizar. Por isso, não corra atrás de templates. Eles tornam a sua comunicação superficial e sem paixão.

Para descobrir a sua voz, você precisa respeitar a forma com que escreve e quando for realizá-los, o conteúdo fluirá normalmente.

Questione a oferta e quebre objeções

Pesquise, estude bem o público-alvo e o produto que você irá apresentar. De fato, é impossível criar uma copy que converte sem conhecer as dores de sua persona.

Com esse princípio, o Claude C. Hopkins foi considerado um dos maiores copywriters da era moderna. Ele dizia que o redator deve pesquisar os produtos/serviços com base no “porquê”. Ao aplicar isso, você será claro e quebrará as possíveis objeções que possam surgir pelo caminho. Seja direto e não faça rodeios em cima da oferta.

Além disso, Hopkins enfatizava que os publicitários e profissionais de marketing deveriam fugir de uma linguagem robotizada e corporativa, optando para uma mais amigável e próxima da realidade das pessoas.

Deixe a imaginação rolar solta

Ter precisão nos números sem exagerar ou mentir. Nem sempre pensar pequeno limita o alcance dos conteúdos. Muitos profissionais acreditam que o copywriter deve ser exagerado a ponto de beirar um show de mágica, mas é o contrário. 

Os conteúdos mais verdadeiros dão os melhores resultados. É o que vemos no caso do Bill Bernbach que foi considerado o maior publicitário criativo da sua época. Ele foi responsável pelo estrondoso lançamento do Fusca, da Volkswagen, ou Besouro — apelido que ganhou devido à sua aparência. 

Em meio a esse cenário, Bill foi contratado pela empresa Volkswagen e escreveu a carta de vendas Think Small (Pense Pequeno) para ofertar o fusca. Pasme: ele conseguiu atrair, instigar o interesse, estimular o desejo e levar muitas pessoas a ação com uma campanha nada convencional com a seguinte frase: “o fusca era o veículo ideal para ser o segundo carro da família.” Veja bem, ele colocou o próprio produto como segundo e as pessoas reconheceram isso.

Assim, aprendemos que o profissional deve ter uma escrita criativa sem ir contra ao que as pessoas já pensam sobre o produto. Bill disse que o fusca era um carro pequeno e pouco prático, mas provou ser uma boa opção como segundo carro da família.

Apresente a big idea e conte uma boa história

A grande sacada do copywriting é o profissional conectar com o público-alvo e apresentar a big idea. Em miúdos, a big idea é uma ideia que só o seu produto ou serviço entrega. Pode ser associado a algo que o diferencia e, para o seu cliente, uma oferta irrecusável. 

Gary Halbert foi outro copywriter criativo que revolucionou a escrita com o artigo Coat-of-Arms (Carta de Brasão de Armas). O profissional utilizou a especificidade e alinhou a prova social a um bom storytelling. Ele escreveu em nome de sua esposa para vender brasões de família a um público específico.

Esses componentes podem ser inseridos à medida que o profissional vai pensando e escrevendo o seu texto. A escrita persuasiva nada mais é do que a construção diária de aprendizagens sobre os fundamentos e sua aplicação nos conteúdos que você já faz.

Gostou do artigo sobre escrita persuasiva? Viu que entender os princípios e como tudo começou é mais simples do que ficar tentando decorar listas de gatilhos e templates? Esses fundamentos são só a ponta do iceberg do livro “Copywriting: O Método Centenário de Escrita mais Cobiçado do Mercado Americano.” Os ensinamentos certamente vão tornar os seus conteúdos mais poderosos e acima da média. 

Agora que você já sabe dos fundamentos da escrita persuasiva, baixe o ebook e entenda mais sobre o ABC do copywriting.

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