Por Mario Lúcio

Administrador, poeta, fã de séries e manjo alguns paranauês de signos.

Publicado em 28/09/2018. | Atualizado em 26/03/2019


Toda semana, elegemos um freela para escrever para a gente com pauta livre. Assim, conhecemos melhor a nossa Comunidade e você também. Essa é a história do Mário Lúcio. Confira!

De acordo com os inúmeros verbetes por aí na internet, ser culto significa ter instrução ou cultura de maneira geral. Por mais que eu não me julgue um mestre Yoda do conhecimento, aprendi muitas coisas em um ano e pouco de Rock Content.

Eu não fazia ideia do que era marketing de conteúdo, mas esse conceito apareceu como uma luz no fim do túnel da minha ignorância. Pude não só recuperar a minha autoestima em relação ao dindim de todo mês, como também compreender melhor assuntos sobre os quais eu jamais esperava escrever na vida.

Assim como São Jorge em relação ao dragão, eu confesso que já encarei temas cascudos na plataforma, mas eles me serviram de lição para chegar até aqui. Nesta Coluna Freela, vou contar um pouco disso por meio de algumas categorias. Bora lá?

Educação

Assim que passei no curso da Rock University, a primeira categoria que me chamou atenção na plataforma foi a bendita educação. Sinceramente, eu achava que sabia bastante do tema, mas fui sendo surpreendido, constantemente, a cada tarefa que eu pegava no dashboard.

Logo de cara, eu achei fantástico destrinchar o aprendizado de idiomas para jovens com síndrome de Down, pois isso abriu a minha mente para um universo em que eu nunca tinha pisado antes. Mais adiante, conheci a famosa técnica Pomodoro, que até tentei colocar em prática por um tempo, mas à qual não me adaptei muito bem.

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Ao escrever para essa categoria, eu enfrentei os meus maiores desafios como freela: as gigantescas tarefas de 3000 palavras sobre concursos públicos.

Apesar de a grana ser excelente, quando peguei a primeira redação nesse estilo eu entrei em completo desespero, pois as palavras não vinham nem com reza brava. Com o tempo, fui pegando o jeito e vendo que não era lá um bicho de sete cabeças.

Marketing

Eu não vou negar que sou louco pelo marketing, até porque as ideias fluem que é uma beleza na hora de escrever. Eu sempre fui da área de vendas e passei 10 longos anos sendo aquele cara chato que liga na casa ou na empresa dos outros para ofertar os mais distintos produtos. Sim, o meu passado me condena e eu fui do telemarketing.

Só que com o marketing de conteúdo eu comecei a reparar que alguns temas iam muito além da minha experiência como teleoperador. Aprendi o que é persona, branding, landing pages, webinars, gestão de redes sociais e outras inúmeras estratégias que eu não tinha a menor ideia de que existiam.

A cada tema eu me sinto mais engajado no marketing e consigo aplicar isso no meu dia a dia, em conversas com outros profissionais e até mesmo na faculdade.

Entre as tarefas mais surpreendentes, não posso deixar de mencionar o conceito de omnichannel, que fez um boom na minha mente, e os 8 Ps do marketing, assunto sobre o qual fiz questão de baixar todos os PDFs possíveis.

Estética & Beleza

Um pouco antes de me tornar freelancer, tive uma breve experiência como vendedor de cosméticos em um marketplace, o que me fez abrir os olhos para a importância do cabelo em relação à autoestima, ao empoderamento estético e à saúde.

Tendo essa bagagem de conhecimento, resolvi arriscar a candidatura já imaginando vários textos que eu tiraria de letra — mas foi um ledo engano. Nunca na história eu me senti tão desafiado e peguei tantos temas que me fizeram pensar por horas:

“O que é que eu tô fazendo da minha vida, Jesus?”.

Eu não fazia a menor ideia do que falar a respeito de depilação a laser, aplicação de ácido hialurônico, olheiras ou manutenção de semijoias. No entanto, com muita pesquisa eu topei escrever os artigos, consegui conquistar boas notas e até fui favoritado por algumas empresas, o que trouxe ânimo para continuar.

Esportes & Fitness

Quem me conhece sabe que sou fissurado por futebol — não necessariamente um torcedor-raiz que bate cartão no estádio (o que seria muito legal, inclusive) —, e sim um singelo apreciador.

Sendo assim, quando vi a categoria de esportes na plataforma, já cresci o olho achando que escreveria milhares de textos sobre futebol, afinal, este era o ano da Copa, não é mesmo?

No fim das contas, os assuntos eram totalmente diferentes do que eu estava imaginando, mas até que serviram de aprendizado para diversas coisas. Hoje em dia, posso dizer que tenho noção dos melhores tipos de anzol, como se monta uma barraca de camping e até quais são as técnicas do Kung Fu louva-a-deus, sem nunca ter pescado, acampado ou lutado na vida.

Além disso, aprendi as principais informações a respeito dos esportes náuticos e ainda descobri que os Highlanders são odiados no Airsoft. Sem contar os temas de utilidade pública, tais como dicas para evitar insetos no acampamento, a importância da música para malhar e até mesmo se correr emagrece rápido.

Comportamento

Por meio dos artigos de comportamento é que fiz as maiores reflexões sobre a minha carreira, estudos e vida pessoal. Não tem como ficar indiferente quando você escreve um texto que mexe com seu brio e te faz repensar a forma como lida consigo e, principalmente, com as outras pessoas.

Senti isso profundamente no momento em que desenvolvi uma tarefa sobre inteligência emocional, pois percebi que eu estava cometendo os mesmos erros do passado e sem prestar atenção nas situações que me cercavam. Se ler algo do tipo já é transformador, imagina como me senti grato por produzir um post assim.

A cada 500 ou 1000 palavras, eu fico remoendo o assunto e tentando compreender como aquilo poderia ser aplicado na minha rotina. Foi assim na questão de diminuir o estresse, no aumento da confiança, na conciliação do trabalho com a vida pessoal e na percepção da influência dos gatilhos mentais no dia a dia.

Portanto, devo muito ao marketing de conteúdo, pois graças a ele eu construí uma base de conhecimento que levarei para sempre na bagagem. Hoje eu reconheço que cada noite maldormida, cada hora de pesquisa e todos os feedbacks valeram a pena.

Se você quer desbravar diversos assuntos como eu fiz, melhorar questões pessoais ou simplesmente ganhar um troco extra no fim do mês, torne-se um redator freelancer. Você não vai se arrepender!

Mário Ferreira

Mário Lúcio Ferreira Júnior

Apaixonado pelo Marketing de Conteúdo e redator freelancer nas mais diversas categorias possíveis.

Essa foi a história do Mário Lúcio!
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