Por Marcelo Torres

Designer gráfico, pole dancer contundido e apaixonado por esmaltes. Em dúvida se prefere azulcrination ou compra compulsiva.

Publicado em 23/03/2018. | Atualizado em 07/06/2018


A escolha da fonte diz muito sobre os seus projetos, e é uma etapa essencial na construção de uma imagem que vai cativar a sua persona. Entenda aqui como tomar a melhor decisão!

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Apesar de vivermos em um mundo de cliques, com processos de design otimizados e favorecidos pela tecnologia, se envolver com tipografia às vezes parece tão difícil e complicado quanto nos tempos passados em que fonte designava um conjunto específico de tipos móveis de metal e não só um nome em um menu de programa.

Se você já se sentiu perdido ao escolher uma fonte para seu projeto, você está no lugar certo. Este breve guia fornece algumas dicas rápidas sobre fontes: suas diferentes categorias, como escolhê-las e usá-las da melhor forma, além de onde encontrar fontes gratuitas para download.

Quais são os tipos de fonte?

A classificação de fontes é um verdadeiro desafio e são muitos os critérios envolvidos pelos interessados no assunto, cada critério com suas próprias definições históricas e técnicas. Algumas classificações incluem Old Style, Gótico ou Humanista.

Para simplificar aqui, vamos focar em 4 categorias básicas que serão úteis para entender melhor do assunto e te deixar mais seguro para escolher fontes para projetos, e discutir suas escolhas com outras pessoas.

  1. Serifadas: Fontes serifadas apresentam pequenos traços ou prolongamentos no final de suas letras. Elas geralmente representam os conceitos de seriedade e tradicionalidade.
  2. Sem serifa (sans-serif): Estas fontes não têm as linhas extras no final das letras. Por esse motivo, são geralmente consideradas mais modernas e dinâmicas.

As serifas são comumente consideradas, em design impresso, facilitadoras em passagens longas, guiando o movimento dos olhos pelas linhas do texto. No entanto, por serem geralmente pequenas e finas, as serifas geralmente não se apresentam tão bem em telas digitais (parecendo distorcidas e gerando ruído e quebra ao invés de clareza), então muitos designers priorizam o uso das fontes sem serifa para uso na web, especialmente em tamanhos pequenos.

3) Cursivas (script): Abrange as fontes manuscritas ou caligráficas passando por vários estilos diferentes, de elegante, pessoal e exclusivo a divertido e descontraído.

4) Decorativas ou fantasia (display): Fontes destinadas a chamarem sua atenção. Elas geralmente são mais inusitadas do que práticas e devem ser usadas em pequenas doses, para efeito e propósito específicos.

Fonte ou família tipográfica?

Você já deve ter ouvido o texto que usa em projetos de design sendo chamado tanto de fonte quanto de família tipográfica (typeface) e se perguntado se os termos significam a mesma coisa. Técnica e historicamente (em termos de composição tipográfica), são coisas diferentes, mas hoje em dia, são expressões frequentemente usadas sem distinção. Se você está interessado em entender a diferença, algumas breves definições podem ajudar:

Família tipográfica é o design; fonte é como esse design é apresentado.

Família tipográfica + estilo + tamanho = fonte

A distinção vem da tipografia enquanto tradicional processo de impressão com tipos móveis. O estilo ou design único do alfabeto que identificamos pelo nome, como Times New Roman e Bodoni, por exemplo, é considerado uma família tipográfica.

Quanto o conjunto de letras agrupadas por determinado tamanho ou peso (10 pt. bold, por exemplo), chama-se de fonte. Então, Bodoni 10 pt. bold e Bodoni 14 pt. italic seriam duas fontes diferentes, mas pertencentes à mesma família tipográfica.

Para a maioria das atuais aplicações do design gráfico, as expressões são permutáveis, fontes são as representações digitais de famílias tipográficas que podem ser escolhidas com um simples clique. Então, a menos que você esteja falando com um especialista e queira impressioná-lo com seu conhecimento em tipografia, não precisa se preocupar com as diferenças.

Por que a escolha da fonte é importante?

A designer Jessica Hische compara a escolha de fontes para projetos à escolha de roupas que vestimos. Pense no que as roupas podem dizer sobre você: com base no que você veste, as pessoas podem criar conceitos certeiros ou equivocados sobre seu estilo, sua personalidade, situação econômica, idade ou impressão que quer causar.

Diferentes situações e ocasiões requerem diferentes apresentações. Imagine vestir trajes de banho para uma entrevista de emprego ou terno e gravata na praia. Seria adequado?

Assim como as roupas dizem a seu respeito, as escolhas das fontes dizem muito sobre o projeto de design. A tipografia causa, à primeira vista, uma impressão nas pessoas com a qual elas julgam o resto do design — então a escolha das fontes deve seguir um propósito, para determinada demanda.

Sua fonte fala “praia” quando deveria dizer “entrevista de emprego”? Os elementos do “look” da fonte descombinam ou se complementam? Eles comunicam bem as qualidades desejadas para o projeto? Essas considerações são parte do que torna a escolha de fontes tão importante para o processo de design, e devem ser cuidadosamente analisadas.

A escolha das fontes geralmente dita o tom de todo o projeto e pode guiar os sentimentos do espectador em direção à interação com seu design. Más escolhas tipográficas criam distrações que desviam da mensagem e das intenções do seu design.

Não sabe por onde começar? A seguir damos algumas dicas práticas para facilitar o processo de escolha e utilização de fontes.

Como escolher a fonte ideal?

Sua primeira preocupação ao escolher fontes para um projeto deve ser a combinação com a mensagem ou propósito do seu design. Antes mesmo de começar a navegar pelas fontes no seu computador ou buscar novas para download, uma boa ideia é listar num brainstorming algumas das qualidades e características que você deseja que seu design comunique.

Assim, quando estiver escolhendo, você terá um esquema com o qual combinar sua fonte. Isso é importante porque cada família tipográfica tem seu próprio conceito ou personalidade. Talvez sério, descontraído, lúdico ou elegante. Ouça o que determinada fonte te diz e se isso se encaixa a seu projeto.

Se as características comunicadas pela fonte não combinam com a mensagem de seu design, seus clientes não se conectarão com o projeto. Na escolha de fontes é fácil se perder em meio a tantas opções divertidas e interessantes, mas não deixe que suas preferências pessoais se tornem obstáculos. Uma fonte que você considera peculiar ou estilosa pode não ser a mais adequada para o projeto em que está trabalhando.

Se estiver saindo do caminho, se pergunte: Esta fonte apoia as qualidades da marca ou complementa o propósito do meu design? As melhores escolhas de fontes seguem esses princípios.

O meio através do qual o design será recebido também interfere na escolha tipográfica. Um cartão de visita precisa de uma fonte de fácil leitura em tamanho pequeno. Elementos para redes sociais, que geralmente são vistos em meios móveis, precisam de fontes que se apresentam bem na tela.

A fonte é adequada?

Mais que o conceito por trás de uma fonte, relacionada ao contexto, adequação é uma questão prática. A fonte escolhida funcionará no meio a ser usado? Será prática e fácil para a leitura no contexto do projeto?

Um dos erros mais comuns é não identificar ao que as várias categorias de fontes são mais adequadas — por exemplo, fontes para corpo de texto versus fontes decorativas.

As fontes para corpo de texto — como texto de livros, revistas e jornais, conteúdo de sites e quaisquer passagens longas — devem ser de fácil leitura. É importante que não sejam distração, para que o leitor possa deslocar-se no texto de forma fluida.

Fontes decorativas (brevemente mencionadas no início do texto), por outro lado, não são adequadas para leituras longas. São os tipos de fontes que gritam “Olha aqui!” e têm utilidades que vão desde os títulos que se destacam em caixa alta e negrito até as mais literais, como as fontes com textura de madeira, que representam o rústico, ou de giz, que nos direcionam imediatamente ao ambiente escolar, por exemplo. Apesar de serem divertidas e de uso possível, essas fontes raramente estarão relacionadas a um bom design — especialmente se ligado a um contexto corporativo e profissional — que geralmente apresenta mais sutileza.

Fontes decorativas podem gerar um grande impacto positivo quando usadas corretamente, mas quando usadas de forma incorreta, fazem com que o design pareça saturado e amador ou completamente ilegível.

Resumindo, fontes decorativas devem ser diferenciadas das usadas para corpo de texto, por não serem de fácil leitura em maior comprimento de texto, e devem ser usadas de forma comedida e propositada. Se tiver dúvidas quanto à adequação de certa fonte para seu projeto, é seguro apostar em uma fonte mais neutra. Nos próximos tópicos falaremos sobre como escolher uma fonte versátil, funcional, de que você poderá fazer bom uso.

A fonte é versátil?

Todo designer precisa de algumas fontes neutras que se adaptam a seu entorno e podem ser a melhor escolha quando o prazo está curto ou nada mais parece funcionar. Essa fontes “curinga” geralmente são de serifas simples ou fontes sem serifa que podem ser usadas em praticamente qualquer lugar por não chamarem muita atenção. Algumas famílias mais úteis apresentam uma série de pesos (como light, regular, medium, bold ou heavy) e estilos (como narrow, condensed, extended ou small caps).

Com todas essas opções na mão, principalmente em um projeto com muito texto, você pode designar diferentes fontes da mesma família tipográfica para funções no seu projeto, criando um design coeso. Optar pela versatilidade — ainda mais se pretende usar apenas uma fonte no projeto — permite a criação mais fácil de um design atrativo e de fácil leitura.

Procurando por recomendações de fontes “curinga”?

Você não precisa gastar comprando uma família tipográfica caríssima para ter fontes versáteis à sua disposição. Apesar de apresentarem qualidade e cuidado na criação distintos das famílias mais consagradas, há muitas fontes disponíveis para download gratuito ou presentes nos sistemas operacionais e que podem se sair muito bem em seus projetos de design.

Das serifadas, podemos citar Georgia, Andada, Crimson Text, Droid Serif, Heuristica e Merriweather. Ao escolher fontes sem serifa, você pode conferir Franklin Gothic, Clear Sans, Roboto, Lato, Source Sans Pro ou Merriweather Sans, por exemplo.

Como combinar fontes?

Escolher duas ou mais fontes para usar em um projeto pode ser complicado. Você quer que as fontes se complementem, mas que não sejam muito similares ou tão diferentes que entrem em conflito. Evitar os extremos de muito ou pouco contraste acaba sendo um processo de experimentação e tentativa e erro.

Encontrar a combinação de fontes que esteja em um nível adequado de contraste não é uma receita, mas uma mistura de gosto pessoal, prática, instinto e observação. O processo também não precisa ser um total mistério. Enquanto você aprimora seu olho para a combinação tipográfica, tente começar pelo seguintes pontos:

  • Encontre uma qualidade compartilhada: Fontes que aparentam ser muito distintas, mas compartilham algum critério têm mais chance de funcionar. Essa qualidade inclui proporções gerais, como altura e largura, estrutura e esqueleto. Mesmo que a semelhança seja sutil, ela ajuda a conferir coerência para a combinação em seu projeto.
  • Busque fontes do mesmo designer: Designers tipográficos geralmente criam com um estilo único e reconhecível. Suas fontes compartilham de uma certa aparência ou estrutura que torna mais fácil sua combinação. Algumas famílias tipográficas contém subfamílias, uma serifada e uma sem serifa, que se complementam. Por exemplo, as já mencionadas como versáteis, Alegreya e Alegreya Sans ou Merriweather e Merriweather Sans, encontram-se para download gratuito.
  • Cada fonte deve desempenhar um papel: As fontes escolhidas devem ser diferentes o suficiente para criarem uma clara hierarquia visual, mostrando onde deve-se olhar e o que é mais importante. A combinação de uma sem serifa com uma serifada costuma funcionar bem.
  • Conte com ajuda: Além de dicas preciosas de designers que dedicam suas vidas à tipografia, na internet você pode encontrar ferramentas que te auxiliam na combinação tipográfica.

Mas qual o máximo de fontes recomendado? Alguns designers dizem que uma fonte é suficiente para a maioria dos projetos e que três é o máximo, para evitar um layout saturado e confuso. Apesar de ser uma boa saída se você está começando no design, não há regras sem exceção. Alguns projetos podem se beneficiar de uma estética composta por um número maior de fontes.

Onde encontrar fontes gratuitas?

Muitos sites disponibilizam o download gratuito de fontes. Aqui estão alguns por onde você pode começar:

Font Squirrel

Esse é provavelmente o melhor recurso para fontes tanto gratuitas, quanto licenciadas para uso comercial.

Google Fonts

Criado como diretório de fontes gratuitas para uso digital. Inclui milhares de fontes Open Source (que podem ser compartilhadas e modificadas) e otimizadas para web (com instruções para uso apropriado em seu site). As fontes ainda podem ser baixadas para uso em demais tipos de projetos.

DaFont e 1001 Fonts

Acervos semelhantes que possuem milhares de fontes gratuitas agrupadas por muitas categorias de estilo, conceito e época, que facilitam a busca. Apresentam fontes de diferentes níveis de qualidade, já que qualquer pessoa pode disponibilizar uma fonte que criou.

Abstract Fonts

O site do Abstract Fonts é o paraíso para quem busca tipografias gratuitas na internet. Ele tem uma coletânea enorme de fontes curada por seus criadores e disponibilizadas em alta qualidade. Embora nem todas elas sejam gratuitas, a maioria das que aparecem no site possuem pelo menos um peso ou uma família que é distribuída sem a cobrança de royalties.

O melhor atributo da página, todavia, é a busca de fontes que tem uma pré-visualização bastante intuitiva. Utilizá-la para encontrar a combinação de tipografias ideal vai poupar muito tempo em seus projetos no futuro.

Behance

Você sabia que há milhares de tipógrafos disponibilizando seus trabalhos gratuitamente no Behance? Pois é. Muita gente passa incólume por esse fato e perde a oportunidade de usar fontes indies, desenvolvidas por estúdios menores ou profissionais autônomos dedicados à tipografia.

Experimente fazer uma busca pelos termos “free font”, “fontes grátis”, “download font” e similares na plataforma. Você verá que há um sem-número de projetos a se explorar por aí e a maioria deles oferece pelo menos um teste gratuito para uso comercial das tipografias criadas por esses artistas.

FontStruct

O FontStruct é um projeto bastante complexo. O site não apenas disponibiliza uma série de fontes para uso comercial sob licença gratuita. Ele também tem um construtor de fontes que permite que você desenhe, pixel a pixel, a tipografia ideal para o seu projeto.

Isso pode não ser exatamente o que você está procurando, dependendo da sua familiaridade com a disciplina. Mas faz com que o site tenha uma coleção única de fontes feitas por curiosos e especialistas. As mais bonitas são sempre selecionadas para aparecer em sua home e todos os downloads são disponibilizados no formato de alta fidelidade TrueType.

Há mais de 40000 tipografias para uso gratuito nesta página. Vale à pena adicioná-la aos seus favoritos!

Urban Fonts

O Urban Fonts tem uma abordagem diferente e uma página exclusiva para descrever a aprofundar-se nas características das milhares de fontes que oferece para download. Elas também podem ser testadas sem sair do site e são organizadas por tema.

FontSpring

O FontSpring é uma marketplace de fontes premium. Mas isso não quer dizer que não dá para encontrar tipografias gratuitas na página. Algumas delas vão lhe surpreender!

AcidFonts

A página do AcidFonts é muito simples, mas esconde fontes gratuitas incríveis que podem alavancar seus projetos. O site consta com uma busca de palavras-chave e a opção de pré-visualização dos principais caracteres em uma fonte.

Outros

Alguns sites não são dedicados exclusivamente a fontes gratuitas, mas apresentam boas opções, apesar de não serem muitas.

Por que é importante testar muitas opções?

Quando você começa a trabalhar com tipografia tem um repertório muito limitado. Isso é tão natural que até em faculdades de design a expectativa dos professores com relação à aplicação de fontes em seu primeiro ano é muito reduzida. Entretanto, com o passar do tempo você começará a estudar o papel que a tipografia tem na composição de mensagens e essas exigências serão elevadas.

Ainda que você não faça um estudo formal da disciplina é natural que, com o passar dos anos, evolua a sua compreensão sobre o uso de fontes. Entretanto, esse tipo de evolução decorre de um trabalho constante para melhorar a própria forma de utilizar o recurso. Por isso, o que você pode fazer de melhor para se tornar um especialista em escolher fontes é testá-las.

Seja em projetos feitos para clientes específicos ou nas artes que você cria em suas horas vagas testar tipografias é a melhor maneira de entender como elas interagem. Afinal, de que outra maneira poderia se descobrir se uma fonte e outra combinam senão vendo-as serem aplicadas a um layout específico?

Na maioria das vezes quando você ouvir o termo “estudo tipográfico” ele não estará atrelado a grandes leituras ou horas de pesquisa como outros estudos estão. O “estudo tipográfico” nada mais é do que o exercício da combinação de fontes, formas e cores na busca por composições harmoniosas. Ele exige um bocado de instinto e pode ser difícil logo no princípio, mas eventualmente vai definir o seu estilo como designer.

Todo profissional criativo tem uma forma específica de trabalhar e cria peças sob alguns princípios. Nada mais natural que um designer ter alguns conjuntos de fontes que compõe o próprio estilo, representam parte da sua personalidade nos trabalhos que executa e, ao longo do tempo, funcionam como uma assinatura facilmente perceptível a olhos treinados.

Chegar até o ponto em que suas escolhas de fontes são tão bem feitas assim, todavia, exigirá esforço. O primeiro passo, provavelmente, será baixar algum software de administração de fontes. Esses softwares lhe darão uma previsão rápida de como as tipografias interagem entre si e tirará a necessidade de criar vários layouts ou artboards no Illustrator até encontrar um grupo delas que combinem.

Ele também fará com que seja mais fácil para o seu computador processar tantas tipografias distintas. Com o passar do tempo uma máquina perde a capacidade de renderizar com perfeição grupos grandes de fontes porque está sobrecarregada deles. Isso é natural, pois nossa primeira reação ao ver uma fonte incrível é baixá-la e instalá-la localmente.

Um software dessa natureza vai eliminar a necessidade de instalação de todas as fontes simultaneamente e poderá fazer com que outras partes do seu trabalho fiquem mais simples. Carregar arquivos de terceiros e as respectivas fontes deles é outro processo que pode ser acelerado com ajuda desses softwares.

Entretanto, o ponto principal no trabalho com fontes é entender como elas se equilibram. Tire sempre um tempo em seus projetos para dedicar-se à escolha da tipografia ideal e invista em conhecê-las mesmo em suas horas livres. Todo esse conhecimento fará muitíssimo bem à sua carreira.

Saber escolher a melhor fonte para cada projeto é um processo de aprendizado, que requer cuidado e prática. Esperamos que essas dicas possam te inspirar e servir de guia na busca pelas fontes mais adequadas para seus projetos. Assine a nossa newsletter para ficar por dentro de mais dicas sobre design!

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