como definir seu preço e valor

Como Definir seu Preço e Valor: 10 dicas que você precisa saber

Para definir seu preço e valor, identifique a média de mercado, não aceite desvalorizações, escolha se vai receber por hora ou produção, tenha um preço específico em mente e esteja disposto a dizer não.
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Uma das maiores dúvidas de todo freelancer ou qualquer outro trabalhador informal é a de como definir seu preço e apresentá-lo ao cliente. Quem é iniciante tem toda aquela ansiedade de começar logo, além da incerteza se deve aceitar qualquer coisa, só para ganhar experiência. E quem já está há mais tempo atuando sente vontade de cobrar mais caro pelas produções. Está em um desses dilemas? Rolou identificação?

Pois agora seus problemas acabaram! (e não, não somos da Organizações Tabajara. Aqui tem piadinha sem graça, mas levamos o conteúdo a sério).

Então, listamos aqui várias dicas sensacionais para você seguir. Confira!

1. Identifique a média do mercado

Iniciante ou um especialista, é interessante você identificar qual a média que um profissional da sua área ganha tendo a prática que você tem agora. Diferenciar esse tempo de atuação é importante, pois a lógica é: quanto mais bagagem, melhor a remuneração. É por meio dessa avaliação que você terá base do que é conveniente.

Sites e redes sociais estão aí para responder qualquer dúvida. Algumas plataformas de freelancers trabalham com preços tabelados e também são boas opções de consulta, principalmente para quem está dando os primeiros passos.

2. Não aceite desvalorizações

Não sei se você já se deu conta, mas em praticamente qualquer atividade existem profissionais que colaboram para a desvalorização da categoria. Não caia nessa cilada de aceitar qualquer coisa, “só para ganhar experiência”.

Fazer isso não afeta só você, mas também todos os seus colegas da área. A partir do momento em que vários clientes percebem que podem finalizar um projeto por uma quantia irrisória, eles terão a tendência de querer esse mesmo preço sempre.

E não é só isso. Ao começar lá embaixo, você terá muito mais dificuldade para melhorar sua precificação depois. Sabe aquele clichêzão que se você não se valorizar, o outro também não enxerga seu valor? Sad, but true. Apesar da sua inexperiência, você merece receber pelo seu tempo dedicado ao trabalho.

3. Escolha receber por hora ou por produção

Ao pensar em formas de como definir seu preço, algumas opções são: ganhar por hora trabalhada ou por produção. Na primeira alternativa, é só definir o quanto você deseja receber por mês e o tempo que trabalhará por dia, para determinar quanto vale sua hora. Na produção de um texto, é possível estipular uma importância por quantidade de palavras.

As duas formas são válidas e essa escolha é bem pessoal.

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4. Tenha um preço específico em mente

Quando for falar com o cliente sobre quanto você deseja receber, tenha uma quantia exata na cabeça. Primeiro que você não vacila se ele fizer questionamentos. Segundo que, provavelmente, ele tentará negociar. 

Ter especificidade no preço também evitará propostas inexequíveis para você. Isso porque é mais fácil as pessoas tentarem ajustes na precificação quando alguém oferece um valor redondo ou dá brecha para quantias intervaladas. Por exemplo, em vez de falar que aceita receber entre R$50 e R$55 por artigo, e deixar o cliente decidir o custo final, diga, objetivamente, que você cobra R$53.

5. Saiba seu valor subjetivo

Ao quantificar quanto vale seu trabalho, você inclui medidas objetivas e subjetivas. Nas primeiras, você mede os gastos que precisa fazer para produzir os artigos (luz e internet, por exemplo). O valor subjetivo remete a algum diferencial. Ele pode se referir a alguma graduação, cursos valorizados na área (como o de copywriting), habilidades específicas ou tempo de atuação. No geral, é aquilo que você tem e a maioria ao seu redor não.

6. Esteja disposto a negar

Nem sempre uma negociação termina com as duas partes completamente felizes. Sendo assim, prepare-se para consequências, como negar o pedido ou ouvir um “não”. E caso precise negar, seja gentil e firme. Você não precisa ser deselegante só porque o outro lado não aceitou sua argumentação.

Entenda que contrapropostas são normais. Afinal, você nunca tentou pechinchar o preço de alguma mercadoria com o vendedor?

Para ter um resultado mais agradável a você nesse ponto, defina, para si, uma quantia mínima aceitável. Ela será aquilo que você pensa: “esse é meu limite, pois não vale a pena fazer por menos”.

Lembre-se de que um dos objetivos do seu trabalho é pagar os seus próprios boletos, e não os dos outros.

7. Seja sincero e justo

Uma coisa é certa: a maioria quer ganhar muito dinheiro e ver sempre a conta no azul. Mas o quanto cada um merece isso?

Bem, falamos que, mesmo sendo iniciante, não aceite receber muito pouco pelo trabalho. No entanto, ao precificar muito alto, é preciso ponderar se esse preço faz jus ao que você entrega. Para estabelecer isso, coloque na balança:

  • sua experiência;
  • o período de tempo que você já recebe esse mesmo valor;
  • quais têm sido os resultados e a relevância das suas produções;
  • o quanto você investiu no seu conhecimento durante esse período;
  • a sua capacidade de suprir as necessidades dos clientes e entregar tudo no prazo e com qualidade;
  • entre outros.

Por exemplo, não faz sentido alguém fazer um texto com vários erros ortográficos e plagiado receber o mesmo que o profissional que escreva um conteúdo com mais qualidade e original, concorda?

8. Tenha argumentos plausíveis

Liste, para você mesmo, por que você merece essa quantia. Pegando um gancho com o item anterior, analise quais as suas qualidades e o quanto você pode colaborar com o sucesso do cliente. Tenha amostras das suas produções, como artigos no portfólio ou em um blog, caso um novo contratante queira ver.

Outra dica é, ao mostrar suas justificativas para o valor que você quer, não se concentre em dificuldades pessoais. Não fale do aumento do seu aluguel ou da escola do seu filho, por exemplo. Isso tende a soar antiprofissional. Foque no que você irá oferecer de positivo a quem contrata seus serviços.

9. Coloque-se no lugar da outra pessoa

Imagine a situação oposta: você é o cliente. Quem quer contratar um freelancer é você. O que você pensaria e sentiria com o trabalho, as respostas e a proposta do profissional se ele fosse exatamente como você? Daria crédito e veria sentido na precificação? O que ele poderia fazer para que você aceitasse o que ele pede?

Às vezes, trocar de janela no trem faz a gente reparar em detalhes diferentes na paisagem.

10. Colha feedbacks

Preste atenção nos feedbacks dos clientes e em como eles reagem quando você diz o quanto quer receber. Se a atitude da maioria for semelhante, negando seu pedido, talvez seja a hora de refletir se existe alguma falha na sua forma de falar ou no seu trabalho, por exemplo.

Um jeito legal de se chegar a uma conclusão é fazer perguntas abertas (aquelas cujas respostas não sejam apenas “sim” ou “não”) a essas pessoas sobre o motivo da negação.

A partir dessas respostas, você pode investir em métodos para que percebam mais o seu valor.

Ufa! Foram várias dicas de como definir seu preço, não é? Esperamos que, agora, você possa cobrar algo mais justo por suas produções e, a partir disso, ter mais motivação para continuar investindo na sua carreira.

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