Candidatura de Storytelling

Candidatura de Storytelling: veja como produzir conteúdos para essa categoria

Confira como produzir pautas e textos para a categoria de Storytelling e faça sua candidatura na Plataforma Rock Content!

“Em um mercado cada vez mais competitivo, é fundamental se diferenciar dos seus concorrentes”. Certamente, você já leu — ou até mesmo escreveu — esse chavão em algum lugar, mas não se culpe. Por mais que essa frase esteja desgastada, ela serve de exemplo para retratar como é importante produzir conteúdos originais e cheios de identidade, que se diferenciam dos milhares que brotam na internet diariamente.

Por isso, levando em conta a necessidade de oferecer materiais cada vez mais ricos e voltados para a realidade dos nossos clientes, a Rock decidiu estruturar a categoria de storytelling, disponível para a nossa Comunidade de Freelancers por meio das modalidades de pauta e redação

Focada no desenvolvimento de conteúdos que almejam apresentar e desenvolver histórias atrativas, essa nova demanda será abordada de forma clara neste material, que serve como um guia para a produção desse tipo de texto na Plataforma Rock Content. 

Então, senta que lá vem história — o trocadilho foi inevitável!

O que é storytelling?

A expressão é formada a partir das junções dos termos, em inglês, “story” (história) + “telling” (contando). Ou seja, storytelling consiste em um método de desenvolver uma narrativa atraente, que cative e engaje o leitor, fazendo-o se importar com os seus rumos.

Para chegarem lá, incontáveis autores utilizaram uma receita com ingredientes que você, certamente, já conhece. Falamos aqui de uma trajetória estruturada, na maioria dos casos, em três partes: começo, meio e fim.

O primeiro a notar — ou ao menos registrar, historicamente — esse padrão estrutural foi Aristóteles, que viveu entre 384 a.C. e 322 a.C. Em sua obra “A Poética”, o filósofo grego concebe essa estrutura, sobretudo, a partir de uma análise das peças encenadas nos anfiteatros daquele período. Graças às suas análises, chegamos à famosa estrutura em três atos, utilizada infindavelmente em livros, filmes, séries etc.

1º ato ou preparação

Parte destinada a apresentar e contextualizar os personagens de uma narrativa. Há um panorama estável, que é quebrado a partir de uma perturbação — o primeiro ponto de virada — que levará o protagonista a iniciar a sua trajetória. Essas ações costumam se desenrolar no primeiro quarto da trama.

2º ato ou confronto

Basicamente, é onde os conflitos da história são desenvolvidos. O protagonista passa por provações, cada vez maiores. Ao seu fim, surge o último ponto de virada, que leva ao desfecho da história.

Nesse segmento, é fundamental garantir que o seu leitor mantenha-se entretido e genuinamente envolvido, na expectativa quanto à conclusão da trama. Ocupa metade da história.

3º ato ou resolução

Trata-se do desfecho da história. Aqui, os conflitos desenvolvidos ao longo da narrativa são resolvidos e o destino do protagonista selado. É onde acontece o clímax, ou seja, o auge da tensão, quando há a maior carga emocional da história.

Aqui, as principais questões levantadas são esclarecidas por meio da “revelação da verdade”. Também costuma representar um quarto do conteúdo total.

Por que usar essa técnica em uma estratégia digital?

Por desenvolver uma narrativa própria, focada em apresentar, desenvolver e resolver determinada situação, um conteúdo que usa storytelling tende a ser autêntico, visto que trabalha com elementos que o leitor reconhece de forma imediata como algo ligado ao seu processo de construção enquanto ser humano.

Dessa forma, textos que aplicam storytelling no ambiente virtual também apresentam estas vantagens práticas:

  • encantar e gerar engajamento para o leitor, que pode se reconhecer em determinado personagem e nas situações vividas por ele;
  • evidenciar a personalidade tanto do autor do texto quanto do leitor;
  • alto potencial para viralizar nas redes sociais;
  • poder de conduzir o leitor pela jornada do cliente no funil de vendas.
  • despertar emoções no cliente, fazendo-o tomar decisões mais rápidas com base no quanto simpatiza com uma narrativa;
  • chamar a atenção do consumidor, levando-o a acompanhar a trajetória de uma empresa, da mesma forma que alguém compra o próximo livro de uma saga;
  • fomentar ideias intangíveis, associando uma marca a determinados valores, como força ou determinação;
  • ativar lembranças e desenvolver um relacionamento com o consumidor.

Em relação ao produtor do conteúdo — seja o responsável pela pauta ou pela redação —, trata-se de uma oportunidade única para exercitar uma atividade estratégica, mas criativa, com enfoque em uma perspectiva singular. Uma chance para quem deseja aprender e revelar mais sobre si por meio dos textos que produz.

É evidente que os conteúdos voltados para uma abordagem mais tradicional continuarão tendo um espaço importante nas estratégias de marketing digital, mas o storytelling traz uma oferta complementar e muito valiosa.

Quais são os tipos de storytelling oferecidos pela Rock?

OK, já demos uma boa pincelada no assunto, mas o principal objetivo deste texto é apresentar, na prática, como os freelas da Rock poderão usufruir dessa nova oferta de conteúdo.

As demandas de storytelling, na plataforma, estarão disponíveis nas modalidades de pauta e redação, e serão divididos, basicamente, em dois tipos: storytelling de case real ou fictício e storytelling com personagem.

Storytelling de case real ou fictício

Os cases de sucesso são textos que retratam como uma empresa conseguiu êxito em sua atividade por meio da parceria com determinada prestadora de serviços. Serve, geralmente, para que divulgar os trabalho e métodos da segunda organização, a fim de que profissionais se identifiquem com os desafios enfrentados pela primeira e busquem, portanto, o mesmo leque de soluções.

No Storytelling de case, os responsáveis pela pauta e pela redação devem informar se a abordagem será fictícia ou não, a fim de garantirem transparência na transmissão das informações para o leitor. 

Storytelling com personagem

Essa abordagem estará presente em projetos com personas que admitam um diálogo entre personagens e apresentem um negócio alinhado ao desenvolvimento de narrativas dessa natureza. Haverá, então, a oportunidade de retrabalharmos palavras-chave e produzirmos conteúdos em série, com enfoque em viralizações.

Para desenvolvermos esse tipo de texto, nos apoiaremos em algumas etapas da Jornada do Herói, noção concebida por Joseph Campbell, naquele que talvez seja o seu trabalho mais expoente, o livro “O Herói de Mil Faces”.

Na obra, o escritor se debruça diante diversos mitos transmitidos pela humanidade e, a partir dessa análise, verifica as etapas — em comum — que garantem que essas histórias façam sentido e, sobretudo, causem fascínio nos mais diversos interlocutores. 

Por isso, a recomendação é que, na Plataforma Rock Content, os freelas se inspirem nos princípios adaptados abaixo — sem a obrigatoriedade de obedecê-los fielmente:

  • o mundo comum — introdução;
  • o chamado para a aventura — apresentação do problema;
  • recusa ao chamado;
  • o encontro com o mentor;
  • a travessia para o novo mundo — superação em etapas;
  • os testes e o confronto com o interior;
  • a provação;
  • a recompensa e o caminho de volta;
  • a ressurreição — afirmação;
  • o retorno com o elixir — efeito mágico ou sabor da vitória.

Quais elementos garantem a qualidade desses conteúdos?

Como você já deve ter percebido, o ato de contar histórias está enraizado e se confunde com a própria natureza humana. A expressão apresenta elementos recorrentes, os quais costumamos reconhecer, aceitar e nos identificar com facilidade.

Esses elementos-chave funcionam como engrenagens que fazem essas narrativas se desenvolverem e terem uma progressão satisfatória.

Portanto, cabe ao responsável pelo planejamento desse texto garantir que a pauta dê condições para que o redator aborde tais componentes e, sobre o escritor final, recai a responsabilidade de aplicá-los com maestria.

Os itens em questão são, portanto os listados a seguir!

Mensagem 

Trata-se da ideia central por trás do conteúdo, que deve ser transmitida com clareza para o leitor. É importante apresentar uma história e um contexto que estejam alinhados ao propósito que move a trama, com o intuito em garantir que o leitor aprenda com essa experiência de leitura. 

Personagem 

Figura central desse tipo de narrativa, sobretudo do storytelling focado em personagem, como o próprio nome denuncia. Deve ter características físicas, psicológicas e sociais bem delineadas para se aproximar do leitor. 

Quando ocupa, principalmente, a posição de protagonista, é aquele que recebe o chamado para a aventura e, consequentemente, atravessa toda a jornada do herói. Por meio das suas decisões, altera os rumos da trama, sofrendo transformações que servem para transmitir a mensagem da história. 

Vale ressaltar que, para se transformar, de fato, precisa superar o elemento seguinte!

Conflito 

Imagine a seguinte história: o sujeito tem uma vida profissional bem-sucedida, uma família que o ama, uma bela casa e nada de ruim acontece com ele. É a vida que muitos pediram a Deus e uma história que, provavelmente, ninguém gostaria de acompanhar em um livro, filme, série, blog post etc. 

Afinal, nós sempre esperamos que algo aconteça e “quebre” essa rotina, gerando desafios para o protagonista superar e nos entreter. Ele será demitido, o seu casamento entrará em crise, algum familiar morrerá… 

Enfim, por mais trágico que esse papo possa parecer, alguma complicação deve existir para que o desenrolar da trama seja atraente e mantenha a audiência interessada em seus rumos. O papel do conflito, então, é o de estabelecer um obstáculo na trajetória do personagem, que encontra nessa adversidade o estopim para seguir a sua jornada.

A tendência é que as pessoas se interessem por complicações desafiadoras e que provem que a jornada do personagem em conquistar essa superação e a experiência do próprio leitor ou espectador — em acompanhar o desenrolar da trama — valeram a pena.

Ambiente

É o espaço onde a narrativa acontece, sendo aquilo que cerca o personagem, como: espaços físicos, período histórico, clima etc. Quando descrevemos esses pontos de forma precisa e clara, facilitamos para que o público localize os indivíduos na história e entenda a sua relação com o meio em que estão inseridos.

Desejo

Complementar àquilo que a mensagem de um texto traz, o desejo se relaciona de forma ainda mais íntima com o leitor. Representa as sensações que desejamos instigar nele, fazendo-o refletir sobre determinadas questões ou gerar um sentimento concreto a partir da apreciação da história.

Como conferir se o trabalho está bem-feito?

As informações abordadas até aqui foram muitas, por isso, preparamos um checklist que resume bem os itens que garantem a qualidade das pautas e dos textos de storytelling entregues na plataforma.

Durante a produção dos conteúdos de ambas as categorias, é fundamental, portanto, certificar-se de que essas questões foram contempladas antes de submeter a demanda para aprovação.

Pautas

Conferir se:

  • o título é atrativo e aborda a palavra-chave;
  • todos os elementos estão bem descritos e fazem sentido para o desenvolvimento da história (descrição geral, mensagem, conflito, personagens, ambiente e desejo);
  • as características dos personagens e a caracterização dos cenários estão bem explicados;
  • a descrição da história possui elementos para desenvolvê-la em três etapas (início, meio e fim);
  • foram inseridas as particularidades da estratégia e da persona do cliente (produtos, serviços, dores da persona, questões pertinentes ao universo do projeto);
  • a história é condizente com a persona;
  • as referências contribuirão para inserir as particularidades da estratégia/persona do cliente na história.

Redação

Verificar se:

  • a história foi bem desenvolvida levando em conta todos os itens previstos pela pauta;
  • as características dos personagens e a caracterização dos cenários foram escritas de forma convincente e alinhadas à pauta;
  • a trama foi desenvolvida em três etapas bem definidas (início, meio e fim);
  • a leitura está fluída e agradável, com uma narrativa progressiva, que propõe e resolve determinado conflito;
  • a história traz questões e exemplos práticos que causarão identificação na persona.

O objetivo deste texto foi reunir informações sobre um tipo de conteúdo que se diferencia daquilo que muitos produzem em um mercado tão competitivo quanto o de marketing digital. Esperamos que essa nova oferta ajude os nossos freelas a se afastarem de chavões como o utilizado, ironicamente, no início e no desfecho deste material, para que se tornem profissionais cada vez mais criativos e completos.

Então, que tal acessar a Plataforma Rock Content e fazer a sua candidatura de storytelling agora mesmo?

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