Divertida Mente

Descubra como entrar na Divertida Mente dos seus leitores agora mesmo!

Ah, a boa e velha Pixar. Voltando a nos presentear, e com o seu melhor filme desde Toy Story. Divertida Mente é bom do começo ao fim e transcende as barreiras de um filme infantil, se mostrando um longa mais inteligente que a maioria das produções hollywoodianas, agradando aos filhos e valendo o ingresso dos papais, que geralmente são obrigados a pagar inteira para ver animações bobinhas em 3D.

Ah, a boa e velha Pixar. Voltando a nos presentear, e com o seu melhor filme desde Toy Story. Divertida Mente é bom do começo ao fim e transcende as barreiras de um filme infantil, se mostrando um longa mais inteligente que a maioria das produções hollywoodianas, agradando aos filhos e valendo o ingresso dos papais, que geralmente são obrigados a pagar inteira para ver animações bobinhas em 3D.

O novo filme da Pixar é um jeito divertido, inteligente e criativo de se entender o funcionamento do nosso cérebro. Posso apostar que o filme será base para muitas teses de mestrados e afins. E mais importante que isso, hoje usaremos o filme como base para entendermos como entrar na mente dos nossos leitores, como evitar que os nossos textos sejam apenas “mais um conteúdo na internet”, mas que possam gerar frutos para cada um que tenha o privilégio de efetuar a leitura.

Memórias base

A nossa grande meta aqui será produzir um texto capaz de se tornar uma memória base na mente do leitor. Memória base são aqueles momentos mais importantes e marcantes que vivemos nas nossas vidas e que ajudam a formar a nossa personalidade.

Pode parecer ambicioso demais, mas é possível sim que um texto assuma essa posição. Por exemplo, qualquer cristão tem como memória base o texto que está em João 3:16, assim como qualquer físico sabe que E = mc².

Muitas vezes, um texto simples ou uma frase pode marcar a vida de alguém. Lembro uma vez que estava assistindo ao péssimo filme “Guerra dos Mundos”. Em uma cena, uma ferpa entra no dedo da filha do Tom Cruise e ele se oferece para tirar. A menina não aceita e diz que o corpo dela perceberia que aquilo era um corpo estranho e iria expeli-la. Apesar de ser uma cena tola, marcou a minha vida.

Anos depois enquanto fazia uma prova, a lapiseira escapou da minha mão e cortei meu dedo. Um pedaço de grafite ficou alojado. Lembrei da cena e não fiz nada a respeito. Conclusão, há mais de 5 anos tenho um pedaço de grafite alojado no meu dedo. Mas o meu ponto é que, até mesmo uma simples frase pode marcar a vida do nosso leitor.

 

Se destacando em meio a tantas memórias

Se destacar em meio a tantas memórias não é uma tarefa simples. Hoje na internet temos contato com conteúdo o tempo inteiro e 90% dessas informações — dados retirados da minha cabeça — caem no abismo do esquecimento.

Nós não queremos que os nossos textos façam parte desses conteúdos, não é verdade? Porém, grande parte deles acaba caindo. Muitas vezes escrevemos apenas para ganhar dinheiro e queremos economizar tempo para escrever mais e mais. O resultado disso são textos de qualidade baixa que não passam de apenas “mais um texto de blog” e geram no máximo tráfego para o cliente.

Mas se você, como eu, gosta de escrever textos marcantes e que ficarão na memória do leitor, veremos agora como usar as emoções deles a nosso favor. Vamos marcar as nossas personas e deixar os clientes satisfeitos, o que gerará mais convites para escrever, afinal, conteúdo qualquer um produz, mas bom conteúdo é para quem se dedica.

Nojinho

Nojinho

A primeira emoção que aprenderemos a usar a nosso favor é a Nojinho. A personagem é marcada no filme especialmente pelo seu asco a brócolis. Usá-la a nosso favor é simples. Todo conteúdo que produzimos é pensado pelo funil de vendas, a Nojinho se encaixa no topo do funil.

Você precisa mostrar ao seu leitor que ele tem um problema, aí a partir do produto e do tema que o cliente vende é preciso fazer com que o leitor crie asco daquilo que a marca pode solucionar para ele. Muitas vezes consegue-se isso o fazendo perceber um problema que ele nem sabia que tinha.

Minha ideia hoje poderia ser gerar asco em vocês a erros de português, deichá-los desconfortáveis de algum geito para se atentarem mais e perceberem como fica feio um testo cheio de erros bobo e sem concordância.

Ou então gerar Nojinho a um conteúdo mal escrito. Aquele texto que você escreve correndo, com uma introdução que você repete sempre, apenas para receber o valor da tarefa e pronto.

Se eu conseguir gerar esse asco em vocês, com certeza evitarão de escrever conteúdo dessa forma. A mesma coisa será com a persona dos clientes. Faça com que ela tenha Nojinho de algo o qual a solução o cliente pode oferecer para ela. Seja um computador lento, falta de organização de tempo, limpeza da casa ou não ter uma dieta fitness.

Medo

Medo

O Medo é uma emoção ótima e muito fácil de se brincar com os nossos leitores. Ele se encaixa em todas as fases do funil: topo, meio e fundo. Quando você desperta esse sentimento no leitor, ele logo busca encontrar uma solução, pois ele precisa vencer o seu Medo e se certificar de que aquilo não o atingirá.

No exemplo prático de hoje, minha missão poderia ser deixar vocês com Medo de não receber mais tarefas. Afinal, um conteúdo que não se destaca, não gera leads e nem comentários para o cliente e não causa nenhuma reflexão ao leitor, de jeito nenhum renderá a você novas propostas.

A concorrência online aumenta a cada dia e a exigência também – logo, se você quiser se sair bem como freela é bom mostrar que tem valor. O cliente exige um bom texto porque sabe que apenas um bom conteúdo o diferenciará dos seus concorrentes.

Raiva

Raiva

O Raiva é uma emoção que estamos bem acostumados a sentir e que também se encontra em qualquer estágio do funil. Seja no trânsito, no trabalho, assistindo futebol, perdendo no videogame, assistindo ao novo Quarteto Fantástico… estamos sempre lidando com o Raiva.

Não é muito difícil deixar alguém com Raiva, e essa emoção, se bem induzida, pode gerar bons frutos. O leitor precisa ter Raiva daquele problema que o aflige a ponto de, as vezes, se render e comprar por impulso o produto do cliente, ou baixar um material rico para auxiliá-lo.

Para seguir dando exemplos relacionados às minhas personas, no caso, vocês, Raiva pode ser gerada a partir de um desconforto. Você pode estar com Raiva porque não recebe tantos convites como em outros tempos, porque não é mais elogiado ou porque teve um texto criticado.

Ficou bravinho porque recebeu um feedback negativo? Você realmente precisa ter Raiva dessas coisas, afinal, poderia estar cheio de feedbacks positivos e escrevendo mais e mais.

Tristeza

Tristeza

A melhor e mais fofinha personagem do filme se mostrou a mais fundamental para o sucesso da Riley — dona da Divertida Mente.

Apesar de ninguém gostar de sentir Tristeza, sem ela nunca chegaríamos a um alto nível de Alegria. Se você consegue gerar Tristeza no seu leitor, você o tornará extremamente vulnerável a receber a solução que o cliente pode apresentar para ele.

A Tristeza seria gerada em você com pensamentos do tipo “eu não escrevo bem”, “eu não recebo convites”, “só recebo feedbacks negativos”, “nova regra ortográfica boba, chata e feia”. Se eu gerasse esse tipo de pensamento na sua mente, poderia fazer você se sentir frustrado como redator, inseguro com seus textos e pensando em desistir. Mas para tudo na vida, existe uma solução…

Alegria

Alegria

Essa é a emoção que todo mundo quer sentir o tempo todo. É muito bom estar alegre. E é esse o sentimento mais importante para você gerar no seu leitor.

Independentemente de você ter gerado anteriormente Nojinho, Medo, Raiva e/ou Tristeza, o gran finale precisa ser a Alegria. E ela vem em forma de esperança, ela é a solução para os problemas dos nossos leitores. É a hora de levar o leitor que está em qualquer estágio para o fundo do funil.

Você quer receber uma infinidade de convites? Quer receber feedbacks positivos e ser sempre um dos nomes indicados quando alguém quiser referência de um bom redator? É simples! Se esforce. Ninguém nasceu escrevendo bem.

Procure sempre evoluir como redator, leia bastante e nunca pare de escrever. Aqui no blog temos milhares de textos com dicas para escrita, guias para redatores, materiais incríveis que podem te ajudar a se moldar como redator.

Além disso, não se conforme em escrever textos mais ou menos. Você é o que você escreve. Se você faz textos ruins e sem zelo, é essa a imagem de pessoa que você passa. Se você tenta plagiar um texto, você é, provavelmente, alguém que quer sempre levar vantagem em cima dos outros. Portanto seja um escritor zeloso e dedicado.

Às vezes escrever um texto a menos por dia para aumentar a qualidade dos outros será muito mais lucrativo para você. Um bom texto fará com que o cliente queira sempre o mesmo redator, o seu trabalho será valorizado e você receberá muitos convites.

Hora de colocar um sorriso nesse rosto!

Ilhas de personalidade

Ilhas de personalidade

As ilhas de personalidade são aquilo que moldam a pessoa como o que ela é. A Riley era a Riley por causa das suas ilhas de personalidade. Na minha cabeça, dentre tantas, provavelmente existe uma ilha dos Super-heróis e uma da Redação, vide os textos que costumo escrever. Na cabeça de cada um de vocês, também existe essa ilha de redação. Eu torço para que ela sofra um upgrade com o texto de hoje.

Essas ilhas mostram a importância de se conhecer a persona. Afinal, você não está escrevendo texto para o cliente nem para você, mas sim para a persona daquele cliente. Portanto, fazer a leitura do briefing e conhecer a persona é fundamental

O seu texto precisa se pautar nas ilhas que ela tem. Se é um redator, existe uma ilha da Redação na cabeça; se é um advogado, com certeza tem uma ilha do Direito. E é assim que você verá como o seu texto será pertinente àquela persona. Eu poderia ter feito o texto com exemplos sobre futebol, mas usei redação porque sei que é mais pertinente com a minha persona.

Com conhecimento das ilhas da persona você saberá exatamente aonde tocar para gerar todas as emoções explicadas acima. Isso tornará o seu texto marcante e quem sabe não vire uma memória base na cabeça do leitor?

Inconsciente

Se você conseguir atingir esse ponto do seu leitor, você merece um selo de qualidade. O inconsciente são aqueles pensamentos que nós não temos acesso, nossa mente os reprime.

O seu texto, porém, pode tocar na ferida, despertar no leitor algo que estava ali, adormecido. Esse pensamento obscuro pode desencadear em um misto de emoções e ele encontrar no cliente uma resposta para desejos que nem ele mesmo sabia que tinha.

Fábrica de Sonhos

É ali onde nossos sonhos são produzidos. Se você chegar aí, merece um troféu redação. Fazer com que o leitor sonhe com o produto do cliente, anseie em ter aquilo, é esse o seu grande desafio. Se algum de vocês sonhar essa noite que recebeu vários convites ou que recebeu um prêmio de redação, favor me contar nos comentários.

Bing Bong

bing bong

Espero que com esse texto você esteja disposto a produzir conteúdos que irão, realmente, atingir as emoções dos seus leitores. Não vamos nos conformar em escrever textos para se perderem na segunda, terceira ou quarta página de pesquisas do Google.

Se esforce, vamos colocar sempre a meta de tornar nossos textos memórias base na cabeça do leitor. Se não conseguir tanto, pelo menos certifique-se que seu texto não cairá no abismo do esquecimento junto com nossos antigos amigos imaginários, mas que estará sempre ali, guardadinho, na Divertida Mente do seu leitor.

Leia mais textos no nosso blog, baixe materiais ricos, procure se aperfeiçoar com nossos conteúdos. Apenas não se conforme como o redator que você é hoje. Nada é tão bom que não possa melhorar!

Gostou? Compartilhe o que você achou desse texto e como o blog da Comunidade Rock Content tem te ajudado a se tornar um redator melhor!